quinta-feira, 28 de março de 2019

O Riponga



 Valéria era o nome da garota dos meus sonhos! Ela morava no fim da rua, num sobrado verde e branco de esquina. E sempre que eu passava por lá, olhava pelo portão de ferro prata de barras que lembrava a época medieval. Olhava para ver se a via pelo jardim da frente de sua casa, mas ela quase nunca estava lá. Nós morávamos numa cidade de classe média do interior, mas no centro daquela cidade todos se equiparavam em condições financeiras, uns mais que outros. Mas nada tão contrastante. Porém, naquela Rua Monsenhor Salazar, a casa dela era a mais vistosa, pois era a maior e com árvores no entorno da casa, jardim e um pinheiro bem alto. Eu já morava numa casa simples do lado esquerdo, mais pro meio da rua, e ela pro lado direito no final do quarteirão. Mas se eu torcesse totalmente o pescoço pela janela da sala, dava pra ver a frente da casa dela, quando ela chegava e saia  pra qualquer lugar. E esse era um afazer muito importante pra mim nas horas vagas e horas vagas inventadas! 

Ela era a mais linda da rua, do bairro, da cidade e pra mim, de todo o mundo. Era o seu sorriso, sabe?! O mais brilhante e caloroso que eu já vi. Seus olhos eram ofuscantes. Brilhavam com uma vivacidade incomparável. Mas tirando seu rosto redondo e perfeito, seus cabelos longos com cascatas de ondas descendo até a cintura, e seu corpo volumoso e cheio de curvas dando-lhe uma silhueta perfeita fazia dela um exemplo de beleza feminina. Mas Valéria ainda tinha muito mais que isso. Era o que ela emanava de si mesma. E eu como um inseto buscando a luz, queria estar sempre perto dela. Isso me fazia bem. Fazia com que eu sentisse alegria, me sentisse mais confiante, seguro, tranquilo, onde tudo dá certo.

Apesar de sermos vizinhos, nunca tive coragem de chegar perto dela e puxar assunto. Apesar de frequentar a mesma escola, não me atreveria chegar com qualquer tipo de conversa  na secretária da escola, quando eu, era só um aluno do último ano do segundo grau. Ela era mais velha, descolada, inteligente, fazia representações de poesias lindas nas feiras culturais de artes e eu era só um fedelho que morava com os pais. Nunca uma mulher daquelas iria me dar qualquer atenção. Das vezes que nos falamos por motivos de documentação escolar, ela sequer olhou nos meus olhos, apesar de ter sido simpática, mas eu pareci o homem invisível. E ela sequer prestou atenção em mim de verdade.

Dez anos mais velha e com um espírito livre, eu ficava da minha janela espiando quando ela ficava  na esquina com suas amigas. Falante, risonha, cheia de ânimo, confiança e energia. Reparava que todos a sua volta, ficava ouvindo-a contar histórias, gesticular e rir. Sei que ela não tinha namorado, mas sempre tinha uns caras que paravam de carro na porta dela pra saírem. Ela adorava sair com amigos, ir a shows, barzinhos, dançar. Ah... ela adorava dançar. Às vezes eu descobria com a turma da escola onde seria a boa de sexta feira e algumas vezes, ia ao mesmo lugar que ela, só pra ficar admirando o seu jeito de ser, andar, sorrir, mexer nos cabelos...

As vezes quando a via da janela de casa, saindo pelo seu portão com roupas caseiras; short e camiseta, com uma bolsinha de moedas na mão, eu saia as pressas pra segui-la, porque sabia que ela estava indo ao mercadinho da esquina. Eu ficava vendo de longe ela caminhar pra lá e a seguia com passos bem lentos. Parava na papelaria no meio do caminho, só pra dar tempo de cruzar quando ela estivesse voltando.  Só pra sentir o perfume dos seus cabelos, do seu corpo e quem sabe receber um oi ou ter a coragem de abrir a boca de dizer; “Oi Valéria!”. Claro que pra algo sair da minha boca jamais! Mas eu ficava esperançoso de pelo menos sentir a brisa perfumada dela ao passar apressada por mim e o milagre do tão desejado “oi" dela pra mim!

E lá vinha ela com a luz solar batendo nos seus cabelos, os dando um tom mais claro. chegando até a aparecer uns fios loiros. Seus cabelos balançavam ao passo que ela caminhava. Um leve vento bateu e levaram algumas mechas pra trás. Sai da papelaria meio tenso e fui caminhando fingindo distração na mesma direção e calçada que ela. Nós iríamos nos cruzar, como tantas outras vezes. Mas será que dessa vez ela iria reparar em mim?  E ao passo que ela ficava cada vez mais perto eu reparava em cada detalhe da sua camiseta  lilás que deixava seus ombros e colo a mostra, brilhando a luz do sol, com três botões brancos do colo descendo até o decote no meio dos seios redondos, ligeiramente fartos e firmes.  Daquela distância eu podia ver com nitidez a perfeição de seus lábios contornados como um coração e carnudos, levemente rosados. Quem sabe estaria com cheiro de morangos? 

E quanto mais ela se aproximava de mim, mais meu coração batia descompensado que parecia até doer. E finalmente, faltavam alguns passos pra gente se cruzar na calçada. Era agora! Meus olhos se fixaram em seu rosto tão belo... mais belo do que de  minha princesa Leia, que a frente de Valeria, mais parecia o Chewbacca. Faltavam alguns centímetros eu acho pra gente se cruzar e eu já podia sentir seu perfume inconfundível meio doce, com toque de frescor jovial. Mas entre minha adorável vizinha e a pessoa que vós fala, tinha um senhor com bolsas de compras que esbarrou em mim e acabou caindo algumas mercadorias, já que a sacola de papel rasgou. Mas que droga! Coisas assim que só acontecem com idiotas como eu! Fiquei como um doente mental, sem saber se ajudava o senhor ou ficava parado olhando pra Valeria na esperança dela, pelo menos me olhar de volta e dizer oi, ou então, ajudar a juntar as compras do senhor atrapalhado. E ai seria uma oportunidade da gente trocar umas palavras. 

Mas ela estava tão distraída que passou direto pela situação e eu fiquei com cara de bunda, pedindo desculpas ao senhor e o ajudando com as compras. No final fui andando com o senhor Alfredo três quadras depois dali com as compras nos braços. 
Irritado, cheguei em casa e fui direto pro quarto, ouvindo os gritos da minha mãe: “ Por que perdeu a hora do almoço, moleque?! Volta aqui!” Mas tranquei a porta e liguei o toca fitas pra ouvir Man in the Box! 


“I’ m the man in the box

Buried in my shit

Won’t you come and save me

Save me”

E as semanas passam…

Apesar da educação católica e muito conservadora que Valeria recebera, ela era uma contestadora e só fazia o que achava que era o certo pra ela. Namorava muito, tinha uma fila de pretendentes e podia escolher. Era o jeito especial de ser, que atraia gente pra perto dela. Val, como as amigas chamavam, conseguia ser doce e meiga, mas ao mesmo tempo picante e arisca. Era auto suficiente, e fazia questão de que não precisasse de homem algum pra nada. Tinha seu dinheiro, seu liberdade, sua mente esfuziante, e não gostava de ser convencional. Ela gostava de desacato, de fazer o que as moças em geral não fazem no meio provinciano em que vivíamos, seja nas roupas nada convencionais ou em como não se importasse de como as senhoras do bairro pensassem de suas saídas noturnas e hora de chegada ou do número de amigos do sexo masculino que rondavam a sua casa. Ela era madura, experiente, popular, tinha um mundo a sua volta e eu era só um moleque se livrando ainda das últimas espinhas da cara. Que ganhava tão pouco em estágio que sequer daria pra pagar uma pizza se a convidasse pra sair. E eu também não fazia o estilo físico que ela gostava. Sempre que saia era com homens atléticos, altos, fortes. Em outras palavras, eu era só um esquilinho tentando pegar uma noz.  Mas de alguma forma eu não conseguia seguir adiante e me interessar por outra garota. Ela tinha algo que me dizia pra ficar perto, que algo ainda iria acontecer.

Eu devaneava em ter dinheiro, ter um carrão do ano, fazer musculação e ficar forte com um corpo que ela gostava. Ter status que a atraia. Achava que se eu tivesse dinheiro, posição e uma aparência modelo ela iria olhar e se interessar por mim. E eu estava determinado a conseguir isso. Não queria ser visto como um fedelho que mal se sustentava perto dela. Sem atitudes e confiança. Já que meu pai dizia que confiança é tudo! Eu acreditava nele.

E os meses se passaram...

Já tinha terminado o segundo grau e eu me preparava pra entrar numa faculdade pública. Mas no meio de cursinho e estudos intermináveis de física, matemática e química, vinha ai um feriadão e eu estava ansioso pra relaxar um pouco com amigos que não via há muito tempo.

Era uma noite qualquer de quinta feira, véspera do tal feriado. Estava com alguns amigos jogando conversa fora num barzinho que tocava rock; o Sukatas. Nos feriados e fins de semana sempre estava lá o cantor Fred Aquino. Ele era bom, muito conhecido na noite pelos vampiros noturnos. E entre nós, no meio das conversas sobre games, rpg e séries, vez ou outra eu lembrava que aquele era um dos bares preferidos de Valéria.

Foi quando a visão mais empolgante entrou pela porta do bar. Era ela! Senti seu perfume suave envolver o pequeno salão e ouvi seu riso. Valeria entrou com alguns amigos, entre eles, o professor de história do colégio. Aparentemente ela não estava na companhia de nenhum cara, e só se divertindo com os amigos. Ela adorava aquele cantor em particular e ele já a conhecia e a cumprimentou com um sorriso receptivo! Ela acenou e  logo que sentou, foi oferecida uma música pra ela; Every breath you take! E só podia ser piada ou aquele cuzão era um tipo de mago ou  bruxo advinho, porque era exatamente isso que passei anos fazendo com aquela mulher: “ Every breath you take, every move you make, every bond you break, every step you take, I’ll be watching  you”. E por ironia, era o que eu estava fazendo desde que ela entrou pela porta daquele bar! 

Mas talvez eu sempre tenha sido como uma pedra esperando por ela,  sem a mínima perspectiva de como ser o homem que ela esperava que eu fosse, pra enfim, poder ser chutado por ela pra eu seguir adiante.  
  
E ao ouvir a música, ela ria, aplaudia e a mesa com seus amigos começaram a fazer pedidos de músicas nos guardanapos, entregando ao garçon para repassar ao Fred. 

Enquanto isso na minha mesa, meus amigos começaram a encher meu saco pra que eu fosse até lá me apresentar, falar com ela, oferecer uma bebida. Fazer qualquer coisa, mas eu fiquei lá, como uma pedra paralisado sem saber como ser o que ela esperava. Tinha medo de errar e colocar tudo a perder, minhas chances futuras e ela me achar um idiota e nunca mais ter minha vez. Eu não estava pronto, sequer tinha carro, não me comparava aos caras que ela saia. Mais velhos, com carreiras, possivelmente morando sozinhos ou com amigos e não com os pais como eu. Que podia bancar tudo o que ela quisesse; levar pra restaurantes caros, viagens, jóias. E eu? Eu era como a música do Biquíni Cavadão; um Zé ninguém!

Mas aquela era a oportunidade, ela estava sozinha com amigos do colégio e parecia estar meio largada a sorte. Como quem aposta no que a noite pode oferecer. Fiquei dividido. Comecei a cogitar que talvez  ali fosse um começo. Mas fui tomado pelo nervosismo.  E perdido em meus pensamentos, suando as mãos que gelaram, a vi levantando e indo dançar com o professor de história. E meus amigos:

- ih olha lá... o cara acha que tem chance?

Eles começaram a tirar onda com o professor. Fábio era o nome dele. Meio estilo Hippie desde roupas à sandálias. Baixo, magro e mirrado. Tinha os cabelos pretos e lisos até os ombros. Era um cara sem qualquer presença e que com certeza não fazia o tipo dela. Além disso, era ativista, naturalista e pregava o desapego às aquisições materiais. E valeria era o oposto disso! Ambiciosa, gostava assim como eu, das coisas boas da vida, de aquisição. E ele era um professorzinho lascado qualquer. 

Mas a medida que eles continuavam a dançar, a atmosfera foi mudando. E o contato ficou mais próximo e íntimo.  Vi os olhos dela se acendendo e ele falando e falando ao ouvido dela, enquanto ela abria um sorriso doce e misterioso.

E desse sorriso, veio um beijo demorado e lento no ritmo de Hotel Califórnia. E depois carícias e abraços. E eu pasmo, olhava para aquilo incrédulo. Alias todos os meus amigos estavam incrédulos! Como aquele homenzinho que era um pouco mais baixo que ela, magro e de aparência frágil conseguiu envolver aquela mulher toda?  Valeria era alta, grande, não só em tamanho, mas em atitudes e personalidade.

Mas o professor tinha algo que seduziu a rainha dos meus sonhos. E eu acho que sei o que foi! A gentileza, o intelecto, o jeito com que ele puxava a cadeira pra ela sentar, o cuidado de segura-la ao caminharem, o jeito protetor com que ele a abraçava, a ternura e carinho que ele conseguia transmitir nesses gestos simples. E ela estava gostando de se sentir a lady, a que conseguia misturar a sensualidade de uma dança com filosofia e ainda rirem disso. E ela foi se envolvendo cada vez mais nos beijos, carinhos e abraços que ele dava.

Mas como eu sempre pensei, mesmo contrariando minha razão de largar o sonho de conquistar aquela mulher, meu instinto sempre me alertou que eu esperasse que algo estava para acontecer, e aconteceu; naquela noite e naquele lugar.

Ao voltarem à mesa, algumas porções fartas de petiscos e uma pizza estavam sendo servidas a todos da turma. E aquela altura não importasse o que acontecia a minha volta, eu não desgrudava os olhos dela e reparei seu olhar brilhando ansiosos quando viu os petiscos sendo servidos. O casal então foi sentar num canto mais isolados da grande mesa de frente um pro outro e bem próximos aconchegadamente, e ali aos dois foi servido uma porção grande de provolone a milanesa. Ela olhava com fome e um sorriso meio hipnotizado começou a se abrir de leve enquanto ela se ajeitava na cadeira para colocar o primeiro pedaço de queijo à boca. Enquanto ele apenas olhava a todos os seus atos de forma fixa, com tensão na expressão, como se ansiasse que ela comesse com prazer aquele petisco. E até eu, fiquei hipnotizado como ela reagiu a algo tão simples que era comer um tira gosto com chopp. Mas ela transmitia que não era algo simples, pelo menos pra ela, mas: especial. E com uma sensualidade a níveis que eu nunca vi uma mulher comer uma comida, ela levou o primeiro pedaço de queijo à boca e ao mastigar ela fechou os olhos e suspirou. Como quem recebe uma onda eletro magnética que percorre e envolve todo seu corpo de prazer e erotismo. Ela exalava prazer e satisfação, tal qual àquela porção de queijo empanado exalava seu aroma pelo ambiente, se misturando a perfumes baratos e o cheiro de cigarro de menta.  E eu senti algo ao ver aquela cena inexplicável que eu não sabia medir, mas gelei por dentro e meus lábios secaram.

Entretanto, era só o começo...

O professor chegava cada vez mais perto e começou a fazer carícias em suas coxas e tinha no rosto um sorriso de encantamento que não desgrudava da face.

Depois desse primeiro momento de apreciação daquela comida, talvez tentando solver os temperos e toda a essência e alma de como foi preparado o queijo e sua cobertura, até o molho rose que o acompanhava onde ela mergulhava cada pedaço antes de devora-los. Reparei que da mesma forma que Valeria apreciava com aparente paixão a comida, ele a apreciava com extremo e cativo desejo e excitação. Mas observa-la comer não era mais o suficiente. Ele tinha que participar também ofertando alguns dos pedaços de queijo, levando com sua mão meio trêmula e magra à boca dela. Seus olhos nesse momento olhavam-se diretamente e queriam dizer algo que era secreto, misterioso e incompreendido, pelo menos pra mim. No olhar de um pro outro que antecedeu o ato dele dar comida a boca dela, era de puro pacto e cumplicidade onde só os dois aparentemente, sabiam o que estava acontecendo ali. Eu não sabia, mais queria saber!

Quando ela sentiu na boca o pedaço da comida que ele a ofertou, novamente ela suspira e fecha os olhos e como se fosse levitar nesse suspiro, ela arqueava o corpo ligeiramente e quase imperceptivelmente a frente, fazendo seus seios volumosos se pronunciarem mais no decote do vestido, porém de forma tão sutil que eu acompanhava cada expressão agora não somente de sua face, mas de seu corpo inteiro.

A dança que ela fazia com o corpo, todas as vezes que ele levava a comida a sua boca, estava me provocando sensações intensas que já passavam do simples desejo de conquistar Valeria, eu queria ser aquele homem, naquele momento a todo custo, mas eu não sabia o que pensar mais, só era puro desejo, instinto irracional e vontade, mas não sabia exatamente de que. Já não mais conseguia ouvir meus amigos conversando, nem beber minha cerveja, apenas não tirava os olhos daquele fenômeno natural que estava acontecendo bem ali na minha frente.

E eu precisava urgentemente saber o que era aquilo! 

Continua...

Olá meus doces de chocolate! Cá estou de volta e começo com esse conto muito sutil ao nosso universo, mas ao mesmo tempo muito profundo pra quem conseguirá ler nas entrelinhas! 

Bjo da Vênus pra todos vcs! 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Um Conto Por Sr. Esmagado -- Renata Parte 2



... Continua 

Namorar uma linda mulher, gorda, alta e forte como a Renata, era tudo o que tinha sonhado para a vida. O dia a dia com ela era um delicioso ritual de esmagamento puro, dolorido e prazeroso, se bem que dolorido era só pra mim, o que aumentava o prazer da minha Baleia Branca, como ela gostava de ser chamada. Renata tem um corpo lindo, violão, nos moldes que faz dela uma das mulheres mais gostosas do mundo. Gostava de ser grande e dominar os homens, ela podia tudo e usava todo este poder.

Se fizéssemos amor deitado, ela se deitava totalmente sobre mim, me beijando, chupando meus mamilos, mas com todo o peso em cima. Ela nunca admitiu nenhuma chance de eu colocar a mínima grama que fosse sobre ela. O esmagado tinha que ser eu, pois ela é a grande rainha, que amava as próprias banhas, mais do que tudo, e queria me deixar ali, submisso a ela.

Andar com esta deusa nas ruas exigia um esforço de minha parte para não xingar aqueles que olhavam com maldade e faziam comentários também maldosos baixos, mas audíveis. São retardados que acham que o único padrão de beleza que existe é apenas o imposto pela moda burra e imbecil. Renata não ligava quando percebia algo, pois, segundo ela me confessou, se ligasse esmagaria a piranha no chão. Pisaria em sua cabeça até estourar, e faria o mesmo com o homem que fosse, pois sua força imensa a colocava acima da imensa maioria dos homens. E afirmo aqui, nunca interagi com um ser humano tão forte quanto a Renata.

Mas teve um dia que ela não aguentou ficar calada. Eu gostava de ir ao estádio assistir ao Esporte Clube Noroeste jogar, o time da minha querida cidade natal, Bauru, no interior de São Paulo. Renata, quando ia comigo, costumava vestir um short branco, justíssimo, no qual a banana da bunda dela, na qual ela chamava carinhosamente de melancia, ficavam aparecendo pelo menos uns três dedos. Aquela bunda enorme, que ia do topo da minha cabeça até o início das minhas pernas quando ela se sentava em mim, com as bananas aparecendo, e aquelas pernas, com coxas extremamente grossas, joelhos gigantescos, e batata da perna que mais parecia o braço do personagem Popeye, totalmente à mostra. Calçava um tênis branco, com solado bem rasteiro e sem meias, e usava uma camiseta vermelha, em alusão ao uniforme do clube, pois de seu tamanho não tinha a camiseta oficial para vender. Os olhares eram muitos, e ela se sentia a giganta andando entre micro seres vivos, louca para pisar em vários de uma vez.

O estádio não estava muito cheio em uma das partidas do campeonato estadual de 1998, eu sempre me sentava na fileira debaixo da arquibancada em que a Renata se sentava, para poder ficar entre as pernas dela. Vez ou outra ela fazia uma gracinha quando se levantava para fazer alguma coisa, ou passava em cima de mim se eu estivesse deitado na arquibancada, ou até se sentava em cima, para espanto daqueles que estavam perto observando. Neste dia percebi um sujeito que estava olhando para minha giganta. Ele estava visivelmente excitado com aquela bela e encantadora visão. Renata percebeu e olhou pra mim com ar de malícia, e resolvemos dar uma excitada no rapaz. Levantei e fui comprar comida. Comprei quatro cachorros quentes para a Renata, e o copo tamanho família de refrigerantes na hora do intervalo. A minha gorda, enquanto comia e bebia, cada pouco dava uma olhada para o sujeito e mexia no cabelo, para dar uma provocada. O cabra meio que ficou na dúvida se puxava papo conosco ou ficava na dele, pois a “mocinha indefesa” estava acompanhada. E assim foi durante todo o intervalo.

Com a bola rolando novamente voltamos a prestar atenção no jogo, até que a Renata resolveu ir buscar amendoins e sorvete, pois ela amava comer, como dizia, para manter os 180 quilos que pesava (na verdade a esta época já era 185), e buscar o tão sonhado número 200 na balança. Ela levantou e saiu andando balançando aquela bunda enorme com pernas grossas, quase que fazendo o chão tremer a cada passo que dava. Fiquei a olhando ir enquanto pude, e a observei pisando em cima de um maço de cigarros cheio, que algum sujeito havia derrubado. Ela era má, e não hesitava em tirar prazer de tudo que pudesse esmagar. Algumas pessoas viram esta cena, e ela fingiu não ter reparado naquilo que seu pesado pé havia achatado no chão. Na verdade um sujeito levantou o maço do chão, totalmente destroçado, e resmungou:

- Gorda do inferno!

É... O maço devia ser dele...

Quando me dei conta, o rapaz que estava observando a Renata também não estava ali. Pensei que era melhor ir atrás dela, vai que fosse necessário defender a minha honra de homem na menor tentativa de xaveco daquele morfético. Após sair das arquibancadas, do ponto que estávamos, passa-se por uma área gramada, cheia de eucaliptos, que garante uma boa sombra durante os jogos. A Renata dizia que queria crescer até ter uma sombra igual, e poder me esmagar com apenas um pisão. O problema era que ali os caras vão atrás das árvores para urinar, neste hábito porco e sem noção dos brasileiros, que quando não emporcalham os banheiros, fazem isso onde bem entendem. A Renata evitava passar ali, pois, apesar de gostar muito de um pênis, e amar sentar em cima durante o coito, não era puta para ficar pirada com qualquer coisa que visse.

Depois de um tempo procurando, avistei a Renata levantando um cara com a mão. Segurando ele pelo pescoço, com uma mão só, enquanto dizia que nunca mais ele tentaria uma gracinha com ela. Corri para evitar qualquer coisa, e ao chegar ela me olhou, e o sujeito sendo enforcado também, mas este apenas com o canto do olho direito, pois o esquerdo já estava macetado por um soco que ela confessou depois ter dado. Enquanto ele pedia clemência, a Renata me contou que ele tinha passado a mão na bunda dela, quando ela comprava os sorvetes. Gritei para ela parar, e ela apenas resmungou:

- Cale a boca tapete, isso é entre mim e ele.

Claro que ela sempre me chamava de tapete, pois era isso que eu era para ela, mas nunca em público, e nunca com raiva. Estranhei muito a atitude dela, e fiquei fitando os olhos dela, que estavam com muita raiva. Enquanto ela falou para o sujeito:

- Você me pediu para lhe pisar, mandei você deitar e pisei. Agora puta eu não sou, minha bunda e minhas partes íntimas ninguém coloca a mão.

Seria isso mesmo que eu estava entendendo? Ali, em um estádio, o cara pediu para ela pisar, e ela pisou! Sentia-me traído! Se bem que pisar em cima não é uma traição em si. Talvez ela pensasse o quanto fosse difícil uma pessoa ter um desejo realizado, e resolveu atender a aclamação daquele pobre coitado, sem coragem para namorar uma gorda enorme como ela, e a assumir na frente da família e, vive com um desejo explodindo dentro de si. E ela continuou:

- Lhe esmaguei com carinho em troca de dois lanches, agora vou esmaga-lo literalmente.

Em um rápido movimento ela jogou o cara no chão, enfiou um chute na barriga dele, que estava tentando se levantar e o atirou no ar, ele bateu as costas na parede e caiu estatelado de bruços. Era Davi contra Golias. Só que desta vez o Golias era muito mais poderoso, e o Davi de um metro e meio e quarenta quilos era um inseto prestes a virar uma pasta no chão.

Renata pulou em suas costas com uma força surreal. O barulho de osso estrelando e quebrando foi alto. Com as duas mãos apoiada na parede ela começou a pular sem parar no rapaz, que estava ficando inconsciente. Tentei segurar a minha amada, mas meus braços não conseguiam dar nem meia volta na sua bunda, além de não conseguir ter forças para puxá-la. Fiquei gritando e pedindo para ela parar, e quando olho para baixo, o pé dela estava erguido, mirando a cabeça do pobre coitado. Puxei-a no momento que ela desferiu o pisão, e por um centímetro não acertou a cabeça, o que poderia estourar o crânio dele. O barulho do pé dela batendo no chão foi muito alto, era como se uma peça enorme e pesada de ferro tivesse caído de uma grande altura. Ela se virou furiosa para mim, com um olhar fatal, e veio como um Elefante para cima. Batia as mãos no meu peito com uma força imensa, e dizia para eu a deixar resolver os problemas dela, pois certamente ela tem muito mais força do que eu, e que era incapaz de defendê-la de ninguém. Pensei comigo: espere aí um pouco, tenho 1m e 80 cm de altura, não sou fracote, posso bater em muitos caras sim, tá certo que nela sem chance, mas...

Ela voltou e deu outro pulo no cabra, que tinha se virado de frente e começava a vomitar algo misturado com sangue. Os pés dela fizeram um estrago tão grande, que certamente quebrou algumas costelas dele, que vomitou mais ainda, com um pouco da substância espirrando em suas pernas. O que deu um nojo nela absurdo, mas ainda bem que não vomitou, pois a carga de comida do almoço, mais os cachorros quentes, seriam muita coisa para sair. Neste momento ela caiu em si, correu numa das torneiras localizadas atrás da arquibancada para lavar a perna, e ao olhar em volta, como o local era mais isolado, agradeceu por ninguém ter visto nada. Resolvemos ir embora, e durante o trajeto para casa, não trocamos uma palavra.

Ao chegarmos a casa dela, que estava sozinha neste final de semana, começamos a falar sobre o ocorrido, e ela confessou que perde a razão se alguém tocar nela sem autorização, e que de fato, se eu não estivesse lá, ela teria matado o rapaz. Fiquei pensando em como ele foi achado e retirado do local. Morrer ele não morreu, pois fiquei sabendo, no dia seguinte, através de um amigo, o Douglas, que era plantonista do Pronto Socorro Municipal, que um sujeito todo arrebentado, com várias costelas quebradas e afundamento da face (a Renata pisou na cara dele durante os pulos), disse ter apanhado de uma mulher monstro no estádio de futebol. O pessoal achou que ele estava delirando, que tinha apanhado de torcidas rivais no estádio e o medicou. Só tinha um detalhe, este meu amigo sabia que eu namorava a Renata, e que ela tinha ido ao jogo comigo (ele tinha ligado pra mim momentos antes de irmos ao estádio para falar de um carro que estava vendendo, e eu disse aonde iria com ela). Perguntou se a Renata estava bem. Disse que sim. Ele insistiu perguntando se não foi ela que tinha feito aquilo com o rapaz. Fingi ter ficado ultrajado com a pergunta, mandei-o para os quintos dos infernos e fui para casa. Contei para a Renata, e ela me contou uma coisa que mexeu comigo:
- Namorei o Douglas por um ano antes de conhecer você, na verdade antes de você conhecer ele também. Isso já faz dois anos, eu era adolescente, terminando o ensino médio, e ele era enfermeiro, recém-formado, e o esmaguei muito durante o relacionamento. O pior é que ele não curtia e tinha medo. Um dia briguei com uma galinha da minha sala de aula que deu em cima dele, e tentei esmaga-la, e ele terminou comigo. Portanto, ele tem certeza que eu que fiz aquilo no cara, pois fiz o mesmo na vagabunda.
Respondi:

- Puta que pariu!

Meu castelo de areia estava desmoronando! A mulher dos meus sonhos poderia a qualquer momento matar uma pessoa em um ataque de raiva. E eu poderia ser apontado como cúmplice de um crime. Precisava resolver isso, e busquei conversar com minha amada.

Na semana seguinte ao acontecido nos falamos pouco. Ela passou em minha casa na quinta-feira, desta vez era eu quem estava sozinho. Tínhamos combinando de dormir juntos, e ela trouxe um ótimo bolo, pizza e guaraná. Comi só um pouco, enquanto ela devorava toda a comida e, ao mesmo tempo, fazia planos para nós. Nem parecia aquela pessoa que poderia perder o controle e esmagar o maior dos homens debaixo de seus belíssimos pés. Fomos para o sofá, começamos a nos beijar, e aproveitei para conversar com ela, que me garantiu que iria se controlar. Sugeri um tratamento psicológico para ajuda-la a conter a raiva, e mesmo não sendo ríspida, percebi que não gostou da ideia. Ela disse para eu ficar tranquilo, que tinha ligado para o Douglas, dizendo que eu tinha lhe contado da nossa conversa, e que era para ele ficar tranquilo que hoje ela era outra pessoa. Menos mal eu pensei, mas a semente da desconfiança já tinha sido plantada em mim, e teria a partir dali, um ponto de exclamação a se pensar em curto prazo. E a história dos dois lanches a mais em troco de uma pisada, eu também não tinha dirigido bem, mas me excitava poder vê-la esmagar outros caras.

A nossa noite, apesar dos temores de minha parte, foi linda mais uma vez. Ela me dominou como sempre fazia, usou até chicote e botas de couro, que quase furou minhas costas ao me pisar com todo aquele imenso peso. Mas ela estava, apesar da bota, pegando leve - se é que posso usar este termo na narrativa - neste dia. Logo se desfez das botas, me pisou sem pular, apenas me pressionando com aquela sola rosadinha e cheirosa, com unhas pintadas na cor vinho, brilhando e pulsando de paixão. Como era bom lamber aqueles pés, que gosto delicioso eles tinham. A cena lá do jogo, dos pisões que ela deu tentando matar o cara não saiam da minha cabeça. E em uma confusão de pensamentos, aquilo tudo me dava medo e também me dava um tesão imenso. Depois de ela me dominar, transamos muito, sempre com ela em cima de mim, deitada, cavalgando com toda força e mandando. O gozo foi o melhor possível, e aconteceu enquanto ela chupava meus mamilos, um dos meus pontos erógenos mais sensíveis do meu corpo. Ela também gozou muito enquanto eu chupava os pés dela. Nossa noite foi incrível.

Ao sair de casa na quinta pela manhã, ela me mandou aquele beijo gostoso e falou uma frase que me deixou muito apreensivo:

- A vida é medida em níveis de prazer, não em anos.

O que ela quis dizer com isso? Que eu poderia morrer debaixo dela em um momento de muito tesão? O olhar dela me disse que sim...

Continua...




sexta-feira, 14 de julho de 2017

Um conto por Sr. Esmagado!

Boa Noite meus Cupcakes! Estavam com saudades de mim? Espero que sim, pois eu estava com saudades de você! 

E pra essa retomado ao blog, trouxe um conto que foi enviado por um de nossos seguidores para compartilhar dessa fantasia! Afinal, onde mais temos liberdade de expressar os nossos mais íntimos e secretos desejos?  Então vamos ao ponto pro deleite de vocês! 


Renata

Imagine um adolescente, pré-adulto, que sonha com a mulher de sua vida. Agora adicione a paixão por pés femininos como tempero, o tesão de ser esmagado pelo peso de deusas colossais, ou seja, ser pisoteado por lindas mulheres, de preferência as gordas de bunda gigantesca, e o tesão pelas mulheres altas. Pronto, está montada a mulher dos meus sonhos na minha melhor idade. Aquela época em que não precisava pagar impostos, aluguel, contas de água, luz, telefone e internet, e a única coisa que precisava fazer com o meu salário era comprar camisetas do meu clube de futebol, o São Paulo, e claro, comidas gostosas para a linda Renata, a minha palmeirense favorita.

Renata era uma Giganta na Terra. Medindo 1m95 de altura, com salto passava de dois metros. Era loira, cabelos compridos, quase até a cintura! Era muito gorda, principalmente na bunda. Que glúteos eram aqueles! Deveria ter mais dois metros de bunda ali. Certamente. Pernas grossas, enormes! Eram na verdade duas pernas de elefantes, se não fosse pelo detalhe dela possuir um pé 44 lindo, grande e delicado ao mesmo tempo. Ameaçador e terno. Imagine o estrago que esta mulher gigantesca poderia fazer ao pisar em cima daquele magro rapaz, de 75 quilos e 1m e 80 cm de altura. Era esmagamento na certa! O peso da Renata? 180 quilos no mais belo corpo violão que já vi. Peitos gigantescos, que ela amava usar para sufocar seus pretendentes, enquanto tentavam respirar debaixo de seu corpo de elefanta, esmagando pobres rapazes com sua barriga, forte e cheia das mais gostosas banhas. Como esta mulher-menina era linda!

A primeira vez que a vi eu estava na porta da ótica em que trabalhava, em um intervalo do trabalho, onde ainda era um simples Office Boy, de 18 anos, prestes a entrar para a universidade. Quando avistei aquele monumento que andava, e olhava as pessoas com desprezo de quem facilmente as esmagaria. Renata passou reluzente em minha frente, mas do outro lado da rua. Meu estômago congelou, e só sentia calafrios pelo corpo. Ela me olhou levemente, e seguiu em frente, ignorando o pobre coitado que ali estava, pronto para se jogar aos pés dela, para ser esmagado como uma pequena e indefesa formiga. Ela seguia em frente e deixava para trás a mais bela bunda balançando, dentro de um jeans grudado em suas pernas, de cor marrom, e na hora eu imaginei ela se sentando em cima de mim. Imagine o peso! Imagine eu, debaixo dela, deixando-a fazer suas gracinhas, soltar o desejo de esmagar com prazer um homem. Se sentindo poderosa. Poderia a imaginar enorme, com 100 metros de altura, a me pisar com seu belo e enorme pé de giganta, descalça, me achatando debaixo da sola branquinha e fofinha. Certamente ela o faria. Renata sabia do seu peso e acima de tudo a força que tinha. Sim, além de loira, alta, gorda, possuir peitos e bundas enormes, não existia homem nesta terra que tivesse a força que esta supermulher possuía. Ou ela lhe esmagava debaixo do imenso peso que tinha, ou com um abraço “carinhoso”, o qual ela manhosamente chamava de abraço da Sucuri de duas patas.

Fiquei sonhando dias com a cena que vi, e a chance que perdi de conversar com ela, mas como tudo que é para ser, volta a acontecer, um dia a vi novamente passando, indo em direção à loja de cosméticos que tinha perto da ótica em que trabalhava. Segui esta colossal mulher, e lhe entreguei um bilhete apaixonado, pedindo para me ligar, e marcarmos de sair. Para minha surpresa, o telefone de casa tocou e era ela. Linda e gorda ao telefone, me perguntando como seria. Mais do que rapidamente marquei um encontro no cinema, e ela topou. Nem me recordo o filme, apenas sei que aquele dia ficaria marcado para sempre na minha memória.

No horário marcado a bela Renata chegou na portaria do cinema, e eu já estava com os dois ingressos na mão. A cumprimentei com um beijinho no rosto, comprei refrigerantes, ela pediu quatro garrafas de 600 ml só para ela, pipoca, quatro cachorros-quentes e duas barras de chocolate. Quando me viu subindo as escadas, tentando segurar tanta comida nos braços, ela riu e disse: “Vai se acostumando, vai que começamos a namorar sério”. Ela falou isso, sem ao menos ter me dado um beijinho que fosse. Meus sonhos viravam quase que realidade neste momento.

Ao chegarmos nas poltronas, tivemos um grande problema. Ainda não existiam leis no Brasil para lugares maiores para pessoas obesas. E a minha giganta olhou com ar de reprovação pra mim, como se fosse eu que tivesse de saber disso. Mas na verdade tinha de saber. Como eu convido uma Giganta para sentar em uma poltrona que não cabe nem metade da maravilhosa bunda dela? Era um imbecil mesmo! Ela olhou para mim e disse que não teria alternativa senão se sentar no chão sujo, e soltou uma pequena frase: “A menos que...” Quando a indaguei:

- A menos o que?

E ela com um rubro nas bochechas respondeu:

- Você se deite no chão, para eu sentar em você.

O tempo parou, não poderia acreditar! O cinema vazio, e aquela linda mulher, enorme, do tamanho dos meus sonhos, sugerindo no primeiro encontro se sentar em cima de mim, com seus 180 quilos (eu ainda não sabia disso, achava que ela pesava por volta de 150 quilos). Fiquei parado no espaço-tempo, olhando para seus olhos, e não acreditando no que ouvia. Pensava sim em pedir para ela fazer isso, mas mais com o tempo, com mais intimidade. Aí ela vem com tudo e solta esta, nas primeiras palavras que trocávamos um com o outro. Como fiquei alguns segundos paralisado até ela me despertar do transe com certa desconfiança:

- Ei, assustei você? É claro que não farei isso contigo seu bobinho, você seria facilmente esmagado embaixo de mim.

Respondi rapidamente, ainda tremendo e soltando as palavras com dificuldade:

- Não me assustou não, pode se sentar em mim, eu me deito de bruços, logo na frente da tela, e você senta em mim e apoia os braços nas poltronas.

Com ar de admirada, Renata respondeu:

- Você é louco? Está tão apaixonado assim que não percebe a gravidade disso? Lindo, você não aguentaria um minuto debaixo da minha bunda, eu achataria todos os seus ossos. Sou muito pesada, você nem faz ideia quanto!

Respondi a ela que sabia sim, e que certamente ela tinha 150 quilos.

Renata riu alto e exclamou:

- Como pode ser tão doido? Lindo da titia Renata, você será esmagado não por 150 quilos, mas por 180 quilos!

Nesta hora explodi em tesão e desejo, eram 30 quilos a mais! Mas mesmo assim insisti que eu queria muito servir de móvel para ela. Renata então soltou uma gargalhada alto, olhou com olhar de vitoriosa e disse:

- Tudo bem, eu sento em você. Sempre tive o tesão de fazer isso, e estamos começando bem. Mas vai ter que me aguentar o filme todo.

Respondi que tudo bem, o filme estava para começar e me deitei à frente das poltronas. Renata ria muito, tirou os tênis e ficou descalça, colocou um pé em cima das minhas costas, sem apoiar muito peso e disse:

- Já tenho você sob meu controle, e pressionou talvez com metade de seu peso.

Senti o ar querendo sair dos pulmões, uma pressão enorme e uma excitação idem. Não podia acreditar, ela que tinha começado tudo aquilo agora me pisava no chão, e ria muito. Achei por um instante que ela estava só querendo curtir com minha cara, quando percebi que a coisa era séria, ela tinha o que queria, um tapete para pisar e esmagar. Na loucura do tesão em que estávamos as luzes se apagaram, sem mais ninguém no cinema. Fiquei com medo de algum funcionário nos ver, mas lá embaixo, ninguém passava. Só sentia o pé em cima das minhas costas, pronto para me arrebentar. Senti o peso aumentando e os ossos estralando, e a Renata subiu com os dois pés em cima de mim, e ficou olhando para baixo, ao menos era o que eu conseguia perceber apenas com o reflexo da luz da tela em seu rosto. Estava debaixo de 180 quilos, totalmente dominado e sentindo que iria estourar no chão. Quando consigo virar um pouco o rosto e olhar com o canto dos olhos, ela estava com a mão dentro das calças, se excitando enquanto me esmagava, e ficou ali por longos três minutos, até chegar ao êxtase. Depois disso ela finalmente se sentou em cima de mim, olhou-me com cara de prazer e disse:

- O que foi isso?

Respondi que era amor e tesão, e ela consentiu balançando a cabeça positivamente.

Depois de uns cinco minutos, eu estava resistindo ao peso dela, que sabia das minhas limitações físicas, e se levantou. Senti o ar entrar novamente, e o perigo da morte desaparecer por instantes. Renata olhou com ar sínico e disse:

- Bobinho, só fiz isso para ter prazer em lhe esmagar, eu arrumo lugar fácil, quer ver?

Com a mão, como quem arranca uma laranja do pé, ela pegou o braço de uma poltrona e o arrancou. Ali vi como seus braços, apesar de gordos, pareciam duas bolas de futebol de tão largos e duros, com músculos enormes. Arrancou da poltrona ao lado e disse:

- Pronto, agora podemos nos sentar.

Sentei ao seu lado, sabendo agora da sua força e tesão por esmagamentos, e comecei a beijá-la. Durante vinte minutos ela me beijou, apertou, e confessou que aquele era o beijo mais gostoso que ela já havia dado em alguém. Depois disso perguntou se eu queria chupar seus pés, e de pronto aceitei. Fiquei ali, beijando aqueles enormes pés, com dedão volumoso, unhas pintadas de vermelho e solas poderosas. Fiquei o restante do filme ali. Depois do filme nos despedimos e ela disse:

- Quero mais logo viu!

Continua...


Sr. Esmagado