sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Vênus de Willenford X Feedee X Feederism


Pensei diversas vezes se faria esse texto, mas acabei preferindo falar publicamente do que ter que lidar com várias situações isoladas que recebo in box de fakes, e por e-mails.

Então vamos lá a quem interessar possa...

Entendo que algumas coisas sejam difíceis entender e separar. Mas quero pelo menos tentar deixar algumas coisas bem esclarecidas.

A Vênus de Willenford existe. Ela é real. É uma personagem? Sim. Mas não é inventada. Ela é parte do que eu sou. Porém hoje percebo que praticamente ela ganhou vida própria, se tornou uma fantasia, um mito, algo idealizado na mente de muitas pessoas. O nome dela circula em nosso meio de uma forma que eu jamais imaginei. E por ter a barreira da “realidade” tangível do visual, cada um tem uma interpretação dela, e a sente de uma forma diferente. Logo ela é criação da mente de cada um de vocês que a imaginam de várias formas. Entendo, eu pessoa, que a Vênus já não me pertence mais e saiu do meu domínio e universo particular. Isso é até compreensível e estou tendo que ir entendendo essas coisas na pele e aos poucos, pois como falei, nunca tive tais intenções então tudo isso é uma situação nova pra mim.

Mas psicologicamente isso é compreensível, já que ela é algo público. Hoje ela ganhou vida própria, mas entendam que ela é atualmente o que eu dei (uma parte de mim) e o que vocês todos dão pra construí-la através do imaginário que é exteriorizado pelos “becos” virtuais.

Então como será a Vênus, como será a Feefee, será mesmo feedee? Qual tamanho terá? Como será essa pessoa por trás da Vênus? Será mulher mesmo? Quem faz os textos? Quem afinal alimenta a Vênus? Ele é real? Existe um casal de fato?

 Entendo que é difícil para os que conversam comigo via chat facebook, separar a Vênus de outra coisa. E poucos conseguiram falar com a pessoa, e ficam apenas na Vênus, que é o que importa na verdade.

Mas tudo isso entendo fazer parte da imaginação dos que acessam e interagem com ela seja através do grupo, ou através dos textos. Os textos realmente tem vida, porque como alguém formada em Letras, aprendi que a palavra tem poder, a caneta tem poder a quem sabe fazer bom uso disso. Mas hoje sinto isso na pele. E muitas pessoas se veem nos textos e nas palavras dela, seja sentindo acolhimento, incentivo ou quando ela externa sua paixão pelo feeder, ou pelo ato de comer, ou pelo feederism, as pessoas se identificam.

Ela provoca emoções que saem do meu controle e é justamente aí que ela ganha vida própria. E passa a viver no imaginário de quem a lê. E alguns querem passar a barreira da Vênus para a pessoa. E isso, em nada, repito nada interessa realmente ao que a Vênus se propõe hoje. Ao que ela escolheu, embora não de forma consciente, atuar para o Feederism no Brasil. A sua proposta é para o Feederism e não para a pessoa que há por trás dela. Essa pessoa em nada interessa para o feederism. É mais uma simples feedee no meio de tantas outras. E portanto não tem o menor sentido pessoas quererem especular minha vida particular. Querer descobrir meu perfil pessoal, ou me mandar e-mails com mil e uma perguntas sobre a pessoa que eu sou, se sou eu quem escrevo de fato os textos, e se a Vênus é real. 

A Vênus é real. Ela publica diariamente num grupo de facebook e escreve matérias para um blog sobre feederism. A Vênus é o que interessa para os feedists e não a mulher por trás dela.

Sou cordial a todos que me mandam e-mails, mas não sou obrigada a falar de minha vida pessoal pra quem quer que seja, pelas causas já citadas. No e-mail feedismbrasil@gmail.com vocês apenas falarão com a Vênus e mais ninguém. Então mandem dúvidas, suas histórias no Feedism, desabafos, conversas, peçam conselhos ou seja lá o que quiserem, mas referente ao Feederism.

E por fim, não sou obrigada a falar, mas acho bom deixar público pra quem interessar também possa. 

Eu simplesmente ainda não entendi porque tanta especulação acerca do meu feeder. Nem eu, nem ele queremos notoriedade pública. Se quiséssemos isso, teríamos sido nós a fazer o programa "A Liga", já que fomos os primeiros a serem convidados, mas preferi indicar e deixar a cargo de outras pessoas. Não é publicidade o que queremos. E dentro disso cada um de nós tem um papel dentro do feedism que não passa pela notoriedade pública. Isso talvez somente caiba a Vênus e não a nós. Somos um casal normal de feedee e feeder e isso basta. Ele é um feeder somente. Não é um semi Deus que alimenta a Deusa. Mas parece que é assim que muitas pessoas veem. 

A Vênus é para o feederism o que eu não sou. Eu somente fui uma pessoa que teve uma ideia que muitos tiveram antes, que foi criar um espaço brasileiro para agregar brasileiros. Ninguém o fez, e só ficou no campo das ideias. E bem, fui lá, fiz e aconteceu. Só isso! Coloquei uma ideia em prática, mas porque me dediquei e por ter colocado meu amor ao Feederism na frente. E foi justamente esse amor, acredito eu, fez tudo acontecer. Porque transpassou as palavras, a tela do computador e tocou as pessoas. Apenas isso. Mas nós somos pessoas comuns, que prezamos nossa privacidade, pois repito, quem interessa de verdade para o Feedism não somos nós, mas a Vênus. Então gostam do Feederism? É a Vênus então que interessa a nos todos.

Eu quero o sonho dourado de que nosso estilo de vida seja pelo menos popularizado e respeitado aqui com a dignidade que ele merece. Quero que mais e mais pessoas se descubram feedists e busquem se aceitar e se entenderem dentro desse modo de vida. Quero criar vínculos, conhecer pessoas, ver gente feliz e talvez se casando, e quem sabe termos a garantia de certa liberdade de ser o que somos sem sentir culpa ou medo disso. Quero o crescimento do Feedism no Brasil, que ele possa ser visto com a profundidade e lindeza que ele tem. Como um agente libertador de tantas neuras, entraves, pressões e aprisionamento imposto a nós pelo meio, seja por nossa alimentação, seja por tamanhos de corpos que gostamos. E por querer todas essas coisas é que hoje vejo a Vênus não mais como um avatar de um blog, mas como um ser capaz de ajudar a propagar todas essas ideias, e de estar dentro das pessoas e ajuda-las a se libertar aos poucos, se entender, se auto-descobrir feedists e se respeitar por isso, e acima de tudo, se amar. Que ela possa tocar as pessoas. Que ela seja um símbolo que represente a liberdade que o Feederism pode levar; liberdade íntima, expansão intelectual que se desmistifique o Feedism e seja o colo que chama, afaga, reúne e agrega todos os que sentem o Feedism dentro de si.

A Vênus de Willendorf (estatueta) é a personificação da fartura e abundância feminina, do grande útero e do seio que alimenta a tribo. É a mulher bem sucedida, livre e farta em generosidade amável, e, seu corpo é a representação de ato de seguir sua natureza de ser mulher. Cujo corpo é moldado tal qual sua natureza pura e primitiva; farto, abundante e voluptuoso. E isso todas nós podemos ser. Qualquer uma de nós pode ser a Vênus de Willendorf.   

 E nisso tudo eu sou só uma simples contribuinte, como qualquer um de vocês que ajuda no blog ou no grupo. E por isso, quem sou ou quem é meu parceiro, não interessa, pois para o feederism não somos nada além de mais um casal de feedists. 

Ninguém está de lados opostos. Não somos opositores, somos afins que queremos um mesmo objetivo, o Feederism e é por ele que ela quer unir as pessoas e não dividi-las.

Bjos Feedists!

     P.S Só não vale querer saber se a tatuagem da Vênus é minha ou do meu Feeder... kkkkkkkkkk




terça-feira, 26 de agosto de 2014

Moda por padrões de beleza e comportamento feedist?

Li em algum lugar que não lembro agora, um questionamento se agora a moda era ser gordo demais.

Vamos falar sobre padrões de moda.

Já ouvi de alguns feedists que seria muito mais fácil nossa vida se os padrões de beleza fossem como na época onde se valoriza um corpo grande e obeso. Realmente, seria mais fácil.

Porém não um caminho que acho viável. Primeiro que acredito que não deveria trocar um pelo outro. O formato que nosso corpo deve tomar, não deveria ser algo passível de “moda” ou um padrão estipulado pelo meio, mas algo que cada um possa escolher pra si, sem que seja mentalmente direcionado pra um padrão considerado ideal e perfeito.

Não queremos mudar moda, padrões, mas justamente que as pessoas aceitem como cada um gosta de modelar seus corpos. Acho que o X da questão é esse. Mas o fato é, que ser gordo é ser massacrado e no mínimo criticado, pressionado e temos que lidar com olhares atravessados ao passarmos na rua. SSbbw praticamente são vistas como atração circense, fora do nosso mundo. Quando eu apenas queria ver um dia que todos os tamanhos fossem respeitados e vistos como algo natural e do prazer e gosto de cada um o querer seu corpo maior, assim como é visto quem entra pra academia pra aumentar a bunda e as coxas. Que não existisse moda pra corpos assim ou assado.

Mas a história da humanidade nos conta outra coisa. Sempre houve modelos de corpos considerados mais admirados e isso também é passível de mudanças em culturas diferentes. No Brasil, temos uma tendência a copiar o que vem de fora, e isso não foi muito diferente na época do império até porque éramos dominados por europeus. Mas mesmo com o passar do tempo, copiamos modelos inclusive em vestuário vindos da frança, e outros cantos europeus. Hoje ainda vemos essa tendência de que tudo que vem de fora, é melhor do que temos aqui, principalmente dos Estados Unidos. É obvio que os Estados Unidos está a frente de nós brasileiros em muitos aspectos. Não temos como comparar a qualidade cinematográfica com nenhuma outra parte do mundo, apenas exemplificando. O Feederism começou a ser exposto como algo concreto na internet lá, bem antes de chegar aqui. Mas o que devemos entender e que parece ser difícil pra alguns, é que o Feedism, não é uma moda. Não é uma tendência de estação de ano, que venha e vá. Ma sim, é um conjunto de comportamentos que direcionam os indivíduos a pensar e sentir-se de forma que os conduzem a um estilo de vida diferente.

O Feederism só passou a existir como algo concreto de forma externa, ou seja, como conteúdo passível de ser lido e estudado, quando a partir de pessoas, se começou a exterioriza-lo na internet em vídeos e sites de compartilhados. Esse fato não criou uma moda, apenas expôs algo natural que existe dentro de alguns indivíduos. Tanto é que podemos aflorar e passar a nos conduzir como feedists sem sequer nunca ter ouvido ou lido sobre ele como foi meu caso e de N pessoas mais. Qualquer pessoa pode simplesmente despertar o seu eu feedist como vimos em muitas de nossas histórias aqui no blog, sem sequer ter a menor ideia da existência de que outras pessoas sentem e desejam como ele. Esse fenômeno por si só, ratificava que o feedism é algo que está dentro de cada um, e não modelos que pegamos através de conversas e leituras e decidimos querer ser. Já nascemos com ele dentro de nós. O que acontece é que um dia, ele irá sair do estado latente e crescer e manifestar-se conscientemente em cada um.  Então essa ideia que com a propagação de textos e do próprio Feederism no Brasil, e portanto achar que ele é uma nova moda, ou que algumas pessoas estão querendo copiar isso dos Estados Unidos é completamente infundada. Até porque onde houver ser humano, pode haver um feedist em potencial. É por isso que ele existe em pequenos grupos espalhados pelo mundo todo. Já falei com pessoas da Turquia, Austrália, Israel, Rússia, Grécia, Nova Zelândia, China, e praticamente todos os países da América latina.
 
Então em suma não estamos aderindo moda alguma. O Feederism não é moda que queremos copiar e trazer dos Estados Unidos. Ele é o país simplesmente que foi o primeiro a criar veículos de interação e análise sobre o assunto, e, portanto, aqui no Brasil até então, ninguém tinha se ocupado disso, já que os Feedists brasileiros se acomodaram durante anos em sites de relacionamento americanos e fóruns de sites igualmente de língua inglesa e outros estrangeiros. Nosso blog foi o primeiro conteúdo brasileiro com o intento de agregar os feedists e passar conhecimentos embasados e não “curiosos” sobre o tema. Não por aderir à moda americana, mas por ser Feedist e querer um canal nosso, brasileiro que possamos nos conhecer e trocar ideias dentro de nossa realidade. Hoje ele está tomando outra proporção. Dele saiu a página e o grupo no facebook, prioneiros sobre o  feederism no Brasil. Dele saiu a matéria da Liga que está ajudando a popularizar e alcançar mais pessoas a saber da existência do Feedism. E muitas passaram a entrar no blog e no grupo justamente porque se identificaram, viram que pode haver algum Q feedist em si.

E com relação a moda agora por padrões obesos, já falei que não queremos implantar moda, ou mudar padrão algum. Apenas alguns feedists tem preferencias por corpos grandes. Mas o que quero deixar claro aos iniciantes feedists e que ainda estão descobrindo e entendendo o que é de fato o Feederism. PREFERIR OU MESMO QUERER APENAS UM TIPO DE CORPO GRANDE E OBESO, GOSTAR DE BBWS NÃO FAZ DE NINGUÉM UM FEEDIST, OU UM FEEDER. Então esse lance puro e simples de ser adepto ao “club das gordinhas”, não irá caracteriza-lo como um feeder e consequentemente como Feedist.

Outra coisa que acho importante salientar que as modelos Plus Size, as quais, tenho maior respeito, pois elas ajudam a quebrar padrões rígidos de beleza magra, e mostrar a beleza também de uma mulher mais corpulenta. Mas isso não faz delas FEEDEES, ou FEEDISTS. São de universos completamente diferentes. Portanto não vamos confundir as coisas. Então vem a outra questão: ser gordinha, fofinha, gorda, ou gordona ou mesmo gulosa, NÃO FAZ DE MINGUÉM FEEDEE E PORTANTO FEEDIST.  E uma noticia triste aos feeders novatos. Nem todas as belas e irresistíveis SSBBWS de sites já conhecidos, sequer são feefees, ok? Mas mulheres realmente muito gordas que viram ali um meio de vida e obviamente levantar sua estima sendo vistas como uma linda modelo, desejada e admirada pelo mundo. Quem não gostaria disso, né? Mas não olhem pra elas achando que todas ali são feedees. Ledo engano!

E por fim gostaria de deixar um conselho aos novatos e iniciantes nesse mundo fascinante, mas que tem sua dose de complexidade, como tudo que envolve o ser humano e seus comportamentos. Procurem conhecer de fato sobre o Feederism, sobre seus personagens, sobre as relações que se estabelecem entre nós que são muito singulares do mundo dito “convencional”. E ainda procurem entender como a questão sexualidade e libido é sentida dentro desse estilo de vida. Antes de se lançar em campanhas desenfreadas em achar uma feedee, um mutual ou foodee pra realizar suas fantasias e sonhos. Entendam primeiro onde estão pisando, que chão é esse e de que ele é feito. Não se coloquem como arrogantes que leram meia dúzia de sites americanos e falaram no Fantasy feeder com meia dúzia de Feedees, e acham que sabem o suficiente. Quem sabe, se realmente houve um real interesse em entender o Feedism com mais profundidade, podem se descobrir apenas como FA e não como feeder. Porque uma coisa é uma fantasia sexual e outra é ter dentro de si de forma nata, todo um “ser” Feeder/Feedee/Foodee/Feedist.


Fica a dica da Vênus pra hoje!  







quarta-feira, 6 de agosto de 2014

BHM - Minha história Feedist


Boa noite doces Feedists!


Voltamos a trazer mais uma história de vida dentro do Feedism. Dessa vez do Vitor, um leitor de nosso blog que quis compartilhar sua história conosco. Vamos lá...

"Bem, como nesse blog eu não vejo muito posts sobre BHM/SSBHM (Big Handsome Man/ Super Sized Big Handsome Man); Decidi me manifestar.

Vou começar falando que sou gordo desde minha infância e nunca entendi o problema com pessoas acima do peso que a sociedade impõe. Isso só passou a me incomodar na adolescência, quando minha família colocava pressão sobre mim para emagrecer, mesmo eu não querendo. Não entendia o porquê mas sabia que não queria ser como outro garoto magrelo, porém se não fosse o “eu nunca iria arranjar namorada” , e aquelas falas clichês que toda família tem. Até tentei seguir a dieta que minha família me passava, por uns três dias e sempre voltava a comer como eu gostava e me sentia bem. Piadinhas e comentários desnecessários me fizeram pensar que comendo apenas uma refeição por dia ajudaria de alguma forma. Como eu estava errado. Perdi o controle quando notei discussões familiares e tive problemas na escola, eu comia mais do que deveria e amava isso.
O tempo passando, e eu estando mais velho, a pressão da minha família diminuiu. Estava de bem com a vida, e nem um pouco preocupado com meu peso.
Então um dia mexendo na internet, indo em vários sites, blogs,  vendo vídeos e afins, encontrei uma boa quantidade de conteúdo relacionado ao  feederismo. Na época eu não tinha noção de aquilo era um fetiche, eu queria me sentir como as pessoas nas fotos e vídeos, e fui me aprofundando mais, até descobrir o que era, até me identificar com aquilo e adorar tudo sobre feederismo. Nesse período, eu conheci uma garota,  e nós nos falávamos muito, embora ela não tivesse nenhum envolvimento com feederismo,  mas se tornou minha melhor amiga e logo namorada .
Eu sempre tive minhas fantasias de alimentá-la e a ver engordar com o tempo. Sentia-me inseguro para contar sobre isso pra ela, mas eu tive a coragem e o fiz e foi bem mais tranquilo do que eu esperava. Mas ela não gostou da ideia de engordar, por que gostava do seu corpo e se sentia bem magra.
Nada mudou entre a gente, até eu perceber que sou um feedee, e ela vir falar que gostava da ideia de cozinhar e dar comida pra mim. Me animei muito com isso e fui comendo com  o encorajamento dela,  tentei manter o peso mas acabei engordando e chegando ao limite que nós combinamos. Tivemos ótimas noites praticando feederismo, com direito a roupas apertadas e carinhos na barriga, comida até eu me estufar, mas não estou vivendo o sonho de BHM/FFA (Female fat admirer) Pois existe o velho problema da saúde e somos cuidadosos com isso. Porém ela fez com que eu me amasse muito como eu sou e ela também me ama assim,(sente um tesão enorme ao me ver apertando e brincando com minha barriga), aceita e compreende o feederismo da minha parte e eu não poderia estar mais feliz.   
E mais uma coisa, quando descobri o blog e li praticamente todas as postagens eu fiquei impressionado. Pensei  que finalmente alguém tinha  coragem pra dar força aos feedist do Brasil. Parabéns pelo blog, acredito que ele está ajudando muitas pessoas.''              

Obrigada Vitor, por compartilhar uma parte importante de sua vida conosco. Fico feliz também por ser um material bem diferente do conteúdo do blog, pois geralmente, como bem observou, nos focamos muito no lado feminino. Até porque a produtora dos textos é uma feedee. E foi muito legal ver tudo isso pelo lado masculino feedee. Obrigada!

Agora, uma coisa que queria comentar é que sua namorada se sente talvez, pelo menos senti isso no seu texto, fora do contexto do Feederism e que ela entenda ser algo apenas seu. Mas ela é uma feeder e isso fica bem explícito na sua história. Ela pode não se ver como uma, nem entender que é. Mas ela desempenha pelo menos muito bem o “personagem”. rsrs


Bjo da Vênus!