sexta-feira, 21 de março de 2014

Pra quem você quer emagrecer?

Boa Tarde Feedists!! 

Hoje é sexta-feira e você já pensou o que fará hoje a noite? Dia internacional de curtir com os amigos na saída da faculdade ou do trabalho de preferência tomando uma cerveja pra relaxar e descontrair. Depois das 19:00HS os barzinhos fervilham de gente batendo papo e altas risadas regadas a chopps, cerveja e petiscos. 

Nossa!! Bons tempos!! Já fiz muito isso. Na época de faculdade, sexta feira depois da última aula era sagrada o encontro com amigos no boteco mais perto que ficava 2 quarteirões. Era um encontro praticamente de mulheres, pois fazia Letras e como sabem, é basicamente um curso feminino, porque escolhi Português-Literatura. E acho que homem não gostam muito de literatura, então, vivia cercada de mulheres. Na minha sala havia apenas dois rapazes, infelizmente pois sempre preferi a companhia de homens do que de mulheres. Mas sou adaptável e me dava bem com todas! Nessa época vivia preocupada com dietas, e controlando o peso para não ganhar, embora não fosse mais tão rígida assim com peso como antes. Mas uma pergunta que me vem agora na cabeça: Pra quem e por que nos preocupamos tanto pra nos manter magras ou emagrecer? Será realmente porque achamos que vamos ficar feias se engordarmos um pouco, ou uns dez, vinte quilos a mais? Vamos ficar feias que ganharmos mais coxa, mais bunda, mais peito, mais barriga? Mas esse padrão de beleza é seu? Já se viu assim pra saber se vai ou não se achar bonita?  

Eu não posso falar pelas outras pessoas, então falo por mim. Se alguém tivesse me feito essas perguntas acima há uns vinte anos atrás, eu não saberia o que dizer de imediato. Ia ter que pensar pra responder. Dos meus quatorze anos até uns trinta, digamos... minha luta contra o aumento peso foi gradativa. No inicio foi levava a médicos para emagrecer pela minha mãe que não aceitava meu sobrepeso (e eu nem era obesa, só um pouco cheinha) Tomei remédios e ela controlava uma dieta de 1000 calorias por dia. Ou seja, só não passei fome porque tomava remédio pra não sentir fome. Isso aos 13, 14 anos. Pra mim hoje como mãe, isso é inconcebível; fazer uma menina de 13 anos tomar remédios controlados e fortes simplesmente pra emagrecer por estética porque eu não tinha nenhum problema de saúde que me obrigasse a ser magra. Mas com a dieta e o remédio, eu sequei! Virei um cabo de vassoura. Rosto magro, dedos secos e quando eu olhava pra minha barriga, era tão lisa como uma tábua de passar roupa. E eu não me achei bonita. A meta era emagrecer mais do que o peso ideal para depois que retirasse o remédio, onde o normal é engordar um pouco, eu atingisse meu peso ideal que era 58 quilos. Fui a 53.

E sabem que meus familiares, vizinhos, colegas perguntavam pra mim e minha mãe se eu estava doente e porque estava com aquela cara chupada! Que raiva me dava! Quando estava gordinha o povo falava "se emagrecesse só um pouquinho".... Quando emagreço o povo diz que minha cara tá chupada e se estou doente. A verdade é que não podemos fazer absolutamente nada para o agrado das pessoas, porque sempre terá um pra colocar defeito e dizer que não está bom. E todo mundo ficou enchendo o saco que eu estava mais bonita antes de emagrecer tanto. E não sei se pelo que os outros diziam, minha mãe relaxou com as dietas e eu sai de uma aparência anoréxica pra normal. Graças a Deus! Mas isso demorou, porque sempre tive dificuldade de ganhar peso. Mas com o controle do sargento (minha mãe) eu nunca engordava muito. Quando ela percebia que eu estava ganhando formas, controlava minha comida. E acho que me doutrinei a ser e querer ser magra por isso. Criou-se em minha mente que mulheres gordas são feias e que não arrumam namorados, porque nenhum homem quer mulher gorda. Que elas só serve pra se tirar sarro e ridicularizadas. Porque era o que minha família fazia com gordos. Apelidos, piadas, zuações intermináveis. E bastava eu engordar um pouco que eles começavam. 

No meu caso, toda a minha educação foi pautada no preconceito contra gordos e que ser assim era feio e inaceitável. E quando entrei na juventude, mesmo magra eu me achava gorda e era complexada. Vivia encolhendo a barriga quando estava paquerando alguém, (como se eu tivesse alguma coisa ali pra encolher)! Fazia ginástica, musculação, tratamento estético pra modelar o corpo e tudo o que era possível pra manter um peso de aproximadamente 65 quilos. Minha mãe até hoje guarda algumas roupas minhas dessa época, eu quando eu olho, parece roupa de criança de uns 12 anos. Minha jaqueta de couro (lembrança de minha época meio punk rock dos 20 aos 22 anos) que eu guardei, quem usa é meu filho de 12 anos.
Achava-me bonita naquele época? Sim muito. Mas porque eu me esforçava pra manter um nível corporal e conseguia. Além de não ter a pressão de todos a minha volta com comentário desagradáveis "olha a dieta, você tá ficando com barriga hein, engordou?". Eu trabalhava, namorava, curtia, vivia minha vida e era feliz como um todo e não pelo meu corpo em si. Depois que eu fui ficando cada vez mais independente, eu fui abandonando aquelas coisas todas que fazia pra manter meu corpo. Relaxei com academia, tratamentos caros, e passei a não fazer mais nada aquilo. Se eu engordei? Não. Porque como disse, tenho dificuldades para engordar. Não fazia nada para isso, apenas relaxei e comia o que eu queria. E só com o passar dos anos, fui ganhando mais corpo e me sentindo muito bem meu corpo mais "encorpado". 
Então eu segui por muitos anos um padrão que o meio em que vivia exigia de mim. e por mais alguns anos porque pela educação que recebi, tinha medo de engordar e não ser mais desejada pela sexo oposto. E sinceramente essas são as causas completamente erradas pra que você direcione algo pra si e pro seu corpo. 

O medo de se tornar indesejável pelos homens, pois a maioria quer o padrão de beleza estabelecido. 

Isso é um fato que motiva muitas mulheres a neurose de academia, dietas  mil e tudo mais. Mas essas são as que, se tiverem tendência a engordar, engordarão depois de casar. Porque já casaram então pra que se desgastar tanto com dietas e se sacrificar com tudo isso? Embora a maioria engorde, mas sem perder o controle. Porque afinal, podem engordar muito e lascou. O marido perde o interesse e vai procurar uma gostosa sarada na rua. Nossa mente é criada para pensar assim!    

A competição velada com as amigas

Toda mulher tem instinto competidor entre si. Mulher mesmo se arruma muito mais pra outra mulher e não pros homens. Mulher quer chegar num festa e estar a altura das outras que estarão lá. Se tiver ex namorado com atual namorada então, ferrou! Um dia de preparações é pouco! Toda essa atmosfera gera em nós mulheres, todo um comportamento de seguir o meio. O padrão é magro, esbelto, e nossas amigas fazem de tudo pra seguir esse modelo e estar pelo menos perto dele. E nós temos tendência a seguir também. Não vamos querer ser a gorda da turma que ficará de vela nas baladas com as amigas. Ou ser a gorda que a amiga chama pra sair, só pra ela ficar em destaque. 

Claro que nem todas tem tal comportamento, mas fato é , que a maioria sim. Somos produto do meio e não aceitamos ser diferentes. Pelo menos em algum estágio da sua vida, você foi, é ou será, um produto do meio, como eu fui e milhares de mulheres o são. 

Porque praticamente não existe mulher Feefee dentro do Feedism? E porque a maioria dos Feedist são homens? Porque a mulher aprendeu a ter uma educação complexada com relação a gordura e não se expõe. Somos cobradas e exigidas a sempre manter a forma. Já os homens não tem a mesma cobrança. Ser feedee significa que você vai em algum momento engordar e ter que assumir um padrão obeso, já que é igual gravidez... não dá pra esconder de ninguém, pois é algo que CRESCE! e poucas tem coragem pra assumir isso. 

Ser foodee não necessariamente tem que engordar a altos níveis, ou irá um dia engordar. 

Ser Mutual não significa que se tenha que atingir um nível elevado de obesidade. Existem Mutuals magros ou apenas com sobrepeso, ou uma barriguinha sexy avantajada! 

Já a Feefee, quando ela está em sua plenitude dentro do fetiche, ela quer crescer cada vez mais e acaba cedo ou tarde conseguindo. A Feedee é o peso pesado dentro do Feederism e pra nossa sociedade isso não é aceitável dentro do universo feminino, e muitas preferem ser apenas foodee que não engordam, mas se reprimem por medo de ceder aos seus desejos mais íntimos e se tornar uma feedee. 



Não é nada fácil ser um feedist. Ser uma Feedee (mulher) é mais difícil ainda. Mas o que eu peço é que pensem em por quê e pra quem tantos sacrifícios para se manter magra? Se a resposta for só por você, porque é mais saudável ser magra, porque se acha linda assim, porque ama seu corpo magro... seu sacrifício vale a pena totalmente e continue assim!  E na verdade não existe sacrifício, pois se o resultado a faz feliz, os veículos que te levam a ele, são prazeres também e não sacrifício, não é?! E não algo que lhe limite, ou aprisione! Se você se sente aprisionada e pressionada, acho que tá na hora de repensar suas respostas.

Por que e pra quem afinal você se sacrifica tanto pra manter o corpo dentro dos padrões aceitáveis pelo meio?  

Mas hoje é sexta feira e dia de relaxar e comer muito, claro! Dicas para uma engordativa noite de sexta feira:

Rodízio de pizza - sempre bom!
Cervejinha acompanhada de muitos petiscos calóricos - Ótimo
Uma sessão de stuffing com o amor da nossa vida - Maravilhoso
Ficar em casa vendo um filminho sendo alimentada com todo carinho
e ganhando muitos afagos na barriga - Divino!

É só escolher!

A Vênus vai sair com um amigo vegetariano! Vamos ver o que eu consigo comer de delicioso ao lado de um vegetariano radical! 

Boa sexta pra todos e Beijo da Vênus! 






segunda-feira, 17 de março de 2014

Amor verdadeiro!!




Boa noite Feedists!!!




Meu amor verdadeiro...




Mas meu amante é uma taça gigante de sorvete com calda de chocolate !!





Doces Sonhos!!!

Da auto estima ao orgulho!


Mais uma postagem do "Mundo Feedee da Vênus".


O mundo de uma feedee vai nascendo aos poucos. Ninguém acorda de um dia pro outro como uma Feedee. É obvio que o fetiche já estava nela. Potencialmente ela já era, mas é preciso de um gatilho para que isso surja de dentro pra fora. Esse gatilho pode ser a própria descoberta do seu corpo através do toque e do desejo de como gostaria que ele fosse. Olhar pra si e sentir que quer ganhar mais volume aqui e ali. A interação com seu corpo, vê-lo, aprecia-lo e observa-lo é fundamental.  

Falando ainda sobre gatilhos... essas "chaves", pode ser o descrito acima, como pode ser algo direcionado primeiramente e despertado por uma pessoa. Então ela pode descobrir isso sozinha, e com ajuda de outros. E o que é fundamental nesse início é entender que isso é normal pertinente a um grupo de pessoas que tem os mesmos desejos e inclinações. Então deixar a natureza dos desejos seguir seu curso. Acredito que o que somos , não precisamos ler em sites, mas é algo que será fatalmente desenvolvido naturalmente. Enfim, quem é, é e não adianta querer ser ou não ser.  

Sinto imensa satisfação pela forma como meu gatilho foi acionado e como tudo isso entrou em minha vida.  Sinto-me, pelo olhar de pesquisadora, de que o Feedism é um estilo de vida, uma filosofia e não simplesmente um fetiche sexual. E portanto ele não se encaixa na parafilia, como muitos querem colocar, e como por algum tempo eu tentei encaixar. A parafilia é a designação genérica para comportamentos sexuais que se desviam do que é aceito pelas convenções sociaispodendo englobar comportamentos muito diferentes e com diversos graus de aceitabilidade social.


Então voltando... como uma Feefee se torna uma feedee? Através dos gatilhos certos, do "colocar o dedo no interruptor" e deixar a mágica acontecer. Nem todas irão desenvolver os comportamentos típicos de uma feedee. Isso é porque ela não tem o fetiche em si. O que é natural. Nem todos temos. 

Mas um ponto chave que faço questão de colocar é que nem sempre o fetiche é despertado de fato, e verdadeiramente. E sim, o desejo e prazer geral que aquela relação com outro provoca na mulher. Quando o fetiche é despertado por um parceiro dentro de uma relação de namoro, ele tem muito mais chances de não ser realmente despertado e sim um desejo de agradar, de curtir  A RELAÇÃO E O PARCEIRO com o que ele gosta. A mulher se sente feliz, e impulsionada a agradar o parceiro e passa a querer muito engordar. Porque ao passo que ela engorda e come mais, seu parceiro passa a ficar cada vez mais envolvido e sexualmente estimulado e tudo vai se intensificando. Ela passa a ter prazer e querer engordar, porque a libido e desejo do seu amor aumenta cada vez mais e a relação se torna mais excitante e cheia de cumplicidade. Ele estará sempre a estimulando, elogiando, querendo mais e mais dela, e ela tem o prazer de dar sempre mais. Esse panorama é o que mais ocorre entre as relações feeders e feedees. A mola propulsora da feedee  não é o Fetiche, mas a relação e a necessidade de agradar e oferecer o melhor ao seu parceiro para que a relação esquente e se torne cada vez mais prazerosa. E se ela tiver que entrar no jogo dele e engordar, que seja. Porque quando estamos realmente apaixonados, fazemos de tudo para que o relacionamento de certo e a alegria do parceiro é a nossa também. E aí quando a relação acabar, como é que ficamos? Nos sentimos perdidas. Olhamos para o nosso corpo sem o entusiasmo de antes e quem sabe pensamos " e agora"? E a situação pode ser mais agravada se engordamos com negligência e além dos quilos, ganhos colesterol, triglicerídeos, amenias, diabetes, altas taxas de gordura visceral (que fica em torno dos órgãos e é a mais responsável por doenças coronárias), etc. Valeu a pena? A relação te trouxe felicidade? Pode até ter trazido, mas como lidar agora com a realidade? Geralmente num quadro assim, a feedee passa pro outro lado da moeda. Odeia o corpo, quer emagrecer, e não sabe porque entrou nessa. Se a relação terminar com mágoas e brigas, pior ainda. E se ela não encontrar outro feeder futuramente, muito provavelmente ela não desenvolverá mais um comportamento feedee. Porque ela era uma feedee de ocasião. Ela precisava de uma relação amorosa para estar como uma feedee. Mas não era uma feedee. 

Talvez algumas feedees que lerão isso, me acharão arrogante por  essa afirmação. Mas existe uma grande diferença entre descobrir o fetiche sozinha e ir aos poucos assumindo todo o comportamento sexual e mudanças de estimulação em sua libido, desejos e fantasias que surgem na sua cabeça, sem que ninguém as coloque lá. Com algo que é sugestionado e guiado pelo feeder, ou por leituras sobre o fetiche, contato com outros feedist, vídeos, etc. 

Não pretendo aqui desmerecer a forma como cada uma desenvolveu o fetiche, mas apenas expor um fato de que se ele não surgiu de dentro pra fora, mas de elementos de fora pra dentro, quando se perde o ponto inicial, vamos retroceder e querer mudar o estilo de vida. Algumas não. De fato algumas passam a sentir prazer com algumas práticas e não as abandonam. Mas o que tenho observado é que a maioria sim.  

Porque o título dessa matéria tem duas palavras chaves: Auto estima e Orgulho?

Quando vamos desenvolvendo o fetiche sozinhas, vamos mudando nossa forma de nos enxergar, vamos mudando a forma como interagimos com nosso corpo, vamos mudando de um estado depreciativo consigo mesmo, para a auto estima. Passamos a entender que nosso corpo é um "objeto" do nosso prazer. (E não me refiro a relações sexuais com parceiro) . Um fator crucial é que a medida que a feedee engorda, ela passa a observar mais seu corpo, olha-lo no espelho, toca-lo, aperta-lo. E a medida que ele ganha mais gordura e fica mais fofo, ela sente mais e mais prazer em sentir essa "fofiche". Ela passa a sentir prazer e gostar do seu corpo por ela mesma. PONTO CHAVE 1! O Feeder claro, intensifica isso, mas esse prazer tem que nascer entre ela e seu corpo. Somente entre os dois. E quando passamos a amar o nosso corpo por nós mesmas, e não pelo o que o outro fala, isso tem alicerces firmes e mais seguros. 

Quando ela passa a interagir, amar e descobrir seu corpo, ela ganha auto estima e se vê como uma mulher linda, interessante, desejável, poderosa.
 E quando isso acontece, o Feeder é nesse momento um apreciador, um estimulador, um cúmplice, um incentivador, um parceiro, um suporte para as adversidades do caminho, um cuidador, mas ele não PODE SER O CENTRO E CAUSA QUE IMPULSIONA A TRANSFORMAÇÃO CORPORAL DE UMA FEEDEE. Isso é um erro que pode ter um futuro amargo.  

A Feedee precisa ter prazer com as práticas do fetiche com ou seu um feeder. É claro que quando temos o nosso, tudo é mais intenso, mais lindo e prazeroso. Mas é preciso entender que o ato de engordar não fecha as práticas do fetiche e temos muito a explorar dentro desse estilo de vida. 

O problema que vejo em muitos Feedist é o IMEDIATISMO. Querem engordar rápido a todo custo, querem isso, querem aquilo, sem pensar no amanhã. 
Mas estamos falando de MUDANÇAS CORPORAIS GRANDES, estamos falando em algo que interferirá em nossa saúde, em nosso dia a dia, em nossas relações sociais, em nossa vida família, em nosso futuro. 

Acho que as pessoas esquecem que se elas são fetichistas, não deixaram de ser daqui há 10 anos. Isso não é uma onda de momento, uma moda que na estação que vem ninguém estará mais usando. Quem de fato é um Feedist, o será pra sempre. Como querer engordar 70 quilos em 1 ou 2 anos. E depois? Pra onde mais você vai expandir? E sua saúde? Sua família, filhos, trabalho? Vai largar tudo pra viver prostrada em cima de uma casa, indo do quarto pro banheiro como um boi no curral engordando pra ser abatido? 

Não é fácil viver esse estilo de vida, porque ele requer planejamento, cuidados e responsabilidades conosco e com o nosso parceiro. Pensar no amanhã é necessário. Não podemos viver como os adolescentes; o agora, o hoje, o imediato. Sejamos maduros e vamos viver de forma madura o Feedism para que ele possa nos dá muito prazer dentro de relações de cumplicidade e companheirismo por muito e muito tempo. 

E nisso, acho que extrema importância criamos grupos de debates para interagirmos e expor nossas dificuldades, medos, frustrações, adversidades do caminho. Vamos juntos descobrir formas mais seguras de engordar, ou retroceder se for o caso. O que é mais saudável, o que não é. Como podemos engordar sem perder a resistência corporal, como se livrar do cansaço que o sobrepeso no dá, como não ter uma vida limitada por conta disso, ficar atento a nossas taxas sanguíneas, nosso coração, enfim. Precisamos discutir, conversar pra entender melhor isso tudo. Aprender com o outro e fazer o nosso estilo de vida ser cada vez mais seguro, ganhar corpo e forma e parar de ser visto como falha psicológica ou bizarrice.  

Talvez seja por conta da minha idade, mas quando me coloquei a engordar de verdade, não deixei de consultar um nutricionista, fazer exames de sangue, e até hoje faço altas consultorias com o Daniel do blog e com um professor de educação física. Acho essas iniciativas muito importantes, e se a feedee não as tem o feeder tem que ter por ela. E entender que lá na frente, talvez será precisa parar a engorda, manter, ou diminuir. E Usar a criatividade de continuar vivendo nossas práticas de uma forma diferente que seja igualmente prazerosa pra ambos. 

Do auto estima ao orgulho!

Quando passamos a ter auto estima porque passamos a amar nosso corpo e amar a si mesma. Passamos a um outro estágio.  O de ter orgulho do nosso corpo. Saímos da vergonha de exibi-lo, com roupas largas e grandes, roupas de praia que escondem o máximo nosso corpo, para o exibicionismo, porque simplesmente achamos bonito nossas curvas arredondadas. Temos orgulho de cada peso ganho, de cada dobrinha que surge e isso eu comparo aos fisiculturistas. Eles amam seus corpos e projetam seu estilo de vida para molda-lo. Adoram exibi-los e para eles, é um orgulho ver cada músculo se definindo e crescendo. Por aí. Mas como esse "culto ao corpo" para uma feedee, deve ser sempre por ela, para ela e não motivada para ficar bonita e agradar o feeder (chave2). 

A Feedee tem orgulho do peso que ganha, e quando vai atingido suas metas, é uma alegria e prazer porque seu corpo está ganhando formas mais bonitas e desejada por ela. Isso é o primordial. POR ELA!