quarta-feira, 15 de outubro de 2014

RESPOSTAS AO GRUPO FEEDERISM BRASIL


Vamos esclarecer alguns pontos, mesmo sendo repetitiva. Mas parece que tem gente que precisa ler cinquenta mil vezes a mesma coisa pra entender.  

Não devo explicações a quem me acusa. Não preciso me explicar pra nenhum acusador, e se alguém comprou mentiras, azar de quem as comprou.   

Mas acho que hoje alguns membros do Grupo Feederism Brasil podem estar confusos, principalmente os que criaram de certa forma uma relação de confiança com a Vênus. Estes merecem uma posição de minha parte e é por eles que faço essa nota de esclarecimento.

Primeiro ponto: É fácil pegar várias fotos recentes de menos de dois anos atrás e dizer “olha aqui a mentirosa” ! Concluindo portanto que inventei lorotas, quando declaro que sou feedee e já passei de gordinha, logo todo a resto não passa de uma grande farsa. Burra é a pessoa que engoliu essa história. Mas aqui não está em jogo se eu sou gorda ou não. Mas se o que passei ser é verdade ou mentira, não somente nas matérias do blog, mas de tudo o que converso com os membros do grupo, seja in box, em particular ou através dos comentários do grupo e blog.

Então vamos lá; É fato declarado inúmeras vezes que eu fui magra a maioria dos anos de minha vida. Também é fato exposto que comecei me descobrindo como feedee gordinha, com dois dígitos. Também não é segredo minha declaração que engordei aproximadamente trinta quilos ou mais em poucos meses. Logo, as fotos irão oscilar muito. Basta usar o poder divino dado por Deus de raciocínio.

Sei que estão divulgando fotos. E desta vez são de fato, minhas sim. Mas antigas. Algumas outras um pouco recentes, mas antes de eu entrar para o Feedism.

Agora eu desafio quem quer que seja, a postar uma foto minha de cabelo curto e de forma magra. Quem tem? Pago dez mil reais aquele que aparecer com uma foto dessa. Sabe por que? Porque ela simplesmente não existe.  Fiz uma cirurgia de retirada de um tumor no cérebro pouco antes de ser desperta para o feederism, e raspei a cabeça. Logo meu cabelo atualmente está na altura do ombro. Portanto não existe no mundo foto minha de cabelo curto e magra. Mas você é o cara! E aí? Tem? Se tiver a hora é agora! Mostre quem é a mentirosa, quem criou uma farsa.

Francamente, não vivo escondida. Se a Vênus não mostra o rosto, não é por algo que tenho vergonha de mostrar. Muito pelo contrário. Sou vaidosa e orgulhosa de mim e teria o imenso prazer de publicar uma foto minha e dizer “olhem como o Feederism me engordou, como estou gorducha, pançuda e estou bem com isso”. Meus amigos mais chegados, família, meus filhos sabem o que sou em essência, embora não tenham a capacidade de entender sobre Feedism. Meu mundo é um orgulho pra mim e não motivo de vergonha que deva me esconder atrás de um avatar. O que ocorre é que a Vênus já foi construída na mente de todos dessa forma. E não vou descontruir isso dando um rosto a ela. A Vênus está além de mim agora. Ela não tem rosto, além do dela mesma: a Deusa da fartura e fertilidade. O que por ironia, a própria estatueta não tem rosto. E se não mostro fotos minhas, é por essa simples questão. Porém agora, torna-se até necessário por motivo de proteção de malucos como esses, e outros que surgiram antes dele (se não for a mesma pessoa). 

Não é a primeira vez que passo situações desagradáveis e pior, indo mais intimamente, criando fakes pra tentar causar uma separação entre meu feeder e eu (o que parece algo inusitado, mas aconteceu). Como também acusações por e-mails de gente dizendo que sou um feeder que criou a Vênus pra ganhar notoriedade, de que os textos não são meus, que não acreditam no que eu declaro, que sou uma marqueteira. Fakes me cercando e tentando achar meu perfil pessoal, vejo conversas minhas divulgadas por aí. Já tive que lidar com uma invasão de hacker nos meus computadores e ter meu perfil pessoal deletado e minhas páginas bagunçadas, sem falar na conta de e-mail que tomaram posse e deletaram todos os meus arquivos guardados de mais de sete anos de endereço eletrônico. O que diretamente nada pode ter a ver com a Vênus, mas com meu modo de lidar com pessoas via internet. Mas sinceramente hoje, mediante a isso, não sei se esses eventos estão interligados. Ou talvez o peso de ser  a Vênus está me deixando meio paranoica.

 Mas o fato é que vira o mexe tenho que lidar com situações do tipo. Por que? O que de interessante as pessoas veem tanto na minha vida pra perder tanto tempo assim? Depositar tanto esforço em invadir minha máquina e bagunçar minha vida on line? Por causa de fotos? Ler conversar minhas? Porque me roubar através de contas bancárias nem documentos foi, pois nunca tive nenhum problema nesse sentido. Não! Nunca entenderei completamente a razão disso. Se eu ainda fosse alguém famoso, um artista da vida, um político, até entenderia. Mas sou alguém comum. Mais uma no meio da multidão. E por incrível que pareça, passei por tudo isso e embora hoje as acusações sejam públicas, com o claro intento de denegrir a imagem que a Vênus construiu ou só me sacanear e rir as minhas custas, de alguém que me conhece na vida real ou quem eu sou fora do Feedism, não sei dizer. Só digo a quem quer que seja: Você é só mais um, meu caro.  

Acusações em nada me abalam, mas sei que essas pessoas ou essa pessoa que está por trás da Patrícia, é o cérebro mal intencionado e atrofiado. Quer avacalhar a imagem da Vênus? Tudo bem. Tente! Continue com suas brincadeiras, mas fique em mim, ok! Porque sei que você tem fotos minhas com meus filhos. E isso realmente eu não aturo. Que você nunca em sua vida use a imagem das minhas crianças pra qualquer fim. Se acha que ter fotos minhas é o máximo, e vou ficar com medo disso, parabéns! Se acha que manipular uma desiquilibrada psicológica contando mentiras a fim de usa-la contra mim, é divertido, congratulações. Devo ser uma Diva pra você. Mas pra ti, adoto o protocolo equino. Entretanto pro seu bem, não ouse usar a imagem dos meus filhos pra propósitos levianos e sujos. Por enquanto nem me importa quem seja você. Mas experimente usar a imagem deles, pois saiba que tenho meios de descobrir quem é você. Não sou de ameaças, porque cão que ladra não morde. Mas se me conhece, sabe a importância dos meus filhos em minha vida e do que sou capaz de fazer pra defendê-los. Então mexa comigo, mas não mexa com meus filhos.

Francamente, a única forma de ter essas fotos com meus filhos é através do meu antigo perfil de Orkut, já que nunca mostrei fotos com meus filhos pra alguém de nosso meio. Ou se você é o mesmo hacker que invadiu meu pc tempos atrás. Seja como for, você deve ser alguém bem insignificante e que não tem nada melhor a fazer na vida do que criar discórdia e encher o saco de quem está quieta no canto e só quer paz. Faça-me o favor, né! 

Segundo ponto; sou apenas uma pesquisadora? Sempre declarei que sou uma estudiosa sobre fetiches, trabalho com psicoterapia, e sou sim uma pesquisadora sobre o feederism quando passei a saber de sua existência. Não tem segredo nisso. Agora se sou feedee? Sim. Eu não conhecia o feederism. Era do mundo BDSM. Apenas passei a pesquisar sobre, quando me descobri como feedee. Ser feedee existe em mim, antes de eu saber sobre a existência do Feederism. Basta ler o Mundo Feedee da Vênus III, onde declarei que já vivia como feedee, e somente tempos depois foi que meu feeder me indicou caminhos de leitura me falando palavras chaves pra busca: Feedism, feeder e feedee. E a partir dai que comecei a ler sobre o que antes apenas vivia. Então a Vênus só existe, porque existia uma feedee muito antes da ideia de criar um blog. Não criei a Vênus em cima de algo que não existia. Pelo contrário. Ela embora seja uma personagem, somente existe pelo que eu sou como Feedee e não o inverso como muitos pensam. Absolutamente nada do que declarei esse tempo todo como Vênus feedee, foi invenção de um personagem. Ela é o que eu sou como feedee. E não a feedee que ela é tomou conta de mim. Até porque ela não nasceu pautada numa ficção. Mas na realidade, na minha realidade que vivi. Apesar de poder parecer que eu não sei quem sou e me misturo com a Vênus, sei muito bem quem eu sou e o que eu sou. E o que a Vênus é; nada além de uma parte de mim.  Agora quem quiser acreditar, acredite, quem não quiser, paciência. Minha vida em nada mudará por isso. E vou continuar comendo, gorda e redonda feliz da vida. Não estou aqui vendendo nada, nem preciso convencer ninguém. Talvez eu seja a Feedee que a maioria do grupo ou dos seguidores do blog nunca viram parecida e embora eu não seja a única com certeza, (talvez umas das poucas mais bem resolvidas do mundo sob algo tão complexo pro universo feminino), dúvidas se de fato sou assim, ou se invento pra conquistar algo, pode acontecer. Mas não é de minha natureza me promover à custa de algo que não sou. Então pela última vez, sou uma feedee que tem orgulho e amor por ser o que é, que embora tive momentos de dúvidas, hoje estou convicta do que sou. E não é a Vênus quem está declarando isso, é a feedee que há dentro de mim. Agora se o fato de eu ser uma feedee assumida, feliz e descomplicada que ama seu corpo gordo e o deseja maior ainda; incomoda, só lamento. Se essa feedee resolveu meter as caras e criar o primeiro blog pros feedists do Brasil ter um canto só deles onde a ideia deu certo, e isso incomoda os que tiveram a mesma ideia antes, mas fracassaram e não fizeram acontecer, também só lamento. 

Terceiro ponto: O que eu ganho com o Blog, o grupo e essa dedicação toda? Pois falaram que eu quero me promover. Promover a que? O que afinal eu ganho, além de muita pentelhação de saco? A única coisa que eu ganho é algo muito valioso pra mim, que é satisfação pessoal em poder ser útil dentro de um mundo que eu amo de todo coração. Mas não quero ser nenhuma deusa, mãe de nada, papisa de coisa alguma e nem quero ser famosa, pois se quisesse, já teria ido pra televisão. Nem quero que concordem com tudo o que eu digo. Declaro minhas visões da coisa. Se concordam legal. Se discordam ótimo! Sinal de que tem vida ativa inteligente no meio de nós. “Toda unanimidade é burra”. Sou uma pessoa flexível e aberta a mudar de opiniões mediante a argumentos inteligentes. Mas tenho minhas convicções e formas já definidas de ver as coisas e vou defendê-las sempre. É meu jeito e gosto dele assim. E esse era o motivo de ser admirada e odiada ao mesmo tempo nas comunidades que moderava no Orkut. Sou debatedora há mais de dez anos e vivo dentro de grupos de discussão defendendo o que acredito com vigor, sempre discutindo ideias e não pessoas. Quem não suporta minha forma de ver as coisas sobre o feederism, ou como conduzo as coisas, é fácil. Pegue o seu banquinho e vá. Crie um blog, um grupo. Quantos mais sobre nosso mundo melhor. Faça do jeito que acha certo, que achar melhor. Agora o que é feio é ficar minando o grupo e metendo o malho pelas costas. Quer debater? Tem argumentos? Então exponha ideias, vamos conversar. Adoro falar sobre Feederism. Mas não fique de cochichos nos becos virtuais, pois isso é coisa de gente burra e medíocre.

Mas no meio de tudo isso, não posso reclamar, porque afinal, de certa forma escolhi. E o que mais gosto em poder ser a Vênus, é exercer não o papel de detentora da verdade. A Verdade não está com ela, mas dentro de cada um. Não sou eu quem dita regras e diz o que cada coisa é, justamente porque acredito que ninguém tem esse poder. Cada um vai sentir o Feederism de uma forma única. Apenas coloco o meu parecer e opinião sobre as coisas. É meu direito assim como de qualquer um. Mas o que me impulsiona ser a Vênus é justamente poder agregar as pessoas. Oferecer-lhes meios para que possam se conhecer melhor estando em contato com outras pessoas de mesmos desejos e pensamentos afins. Ter a oportunidade de ajudar a quem viva num isolamento, ou se achando bizarro ou esquisito. Pois acreditem, no meio das minhas pesquisas e interação com pessoas desse meio, isso foi algo que mais me chamou a atenção; Carência, isolamento, frustração, conflitos. E quando descobri que a Vênus podia fazer algo útil sobre isso através do blog e do grupo, entendi o que afinal me animava em superar e lidar pacientemente com todos esses efeitos colaterais ruins. Era alegria pra mim quando pessoas chegavam pra Vênus e agradecia o espaço, pelo acolhimento, carinho, pelo incentivo ou apoio, ou até mesmo pelo “colo” que ouve desabafos de quem vive sufocada dentro de si mesmo, e ter a oportunidade de aconselhar. Isso fazia tudo valer a pena. Vi também que com o assunto indo parar na T.V por causa do blog, entendi que quanto mais pessoas conheçam o feedism de forma legal, aos poucos, mais pessoas vão se identificando e olha hoje: quantas pessoas há no grupo e seguem o blog por terem visto a matéria da Liga e se identificado, se descoberto, ou entendeu que ele não era o único a desejar e sentir as coisas daquela forma. E se há quem não entenda porque aturo tudo o que aturo, é somente por conta do que acabei de expor; ser útil ao criar meios para agregar e acolher potenciais feedists e ajudar de certa forma a uma aceitação íntima de quem sabe que o feederism está dentro de si ou pensa que está por conflitos íntimos, pois os mais experientes sabem que todos nós passamos por certos conflitos até nos assumirmos de verdade e com consciência madura pra si mesmo. Não é fácil ser o que somos. E claro, unir os feedists espalhados em sites americanos pra que possamos trocar ideias, nos conhecer e fazer amigos. Nada diferente do que já expus no blog na matéria: “Vênus, Feedee”. E pra mim, o quanto eu puder levar o Feederism como algo libertador e popularizar seu lado positivo, desmistificando distorções e explicando os efeitos negativos, colocando em analises, tirando o ranço de submundo obscuro, bizarro, marginal, modismo ou promiscuidade pueril, eu farei. Ninguém é obrigado a concordar que isso seja bom para o Feederism. Muitos dos que estão nisso há tempos, sequer se preocupam com o Feederism com um teor ”social”, mas apenas em como se satisfazer dentro disso. Não julgo ninguém e cada um que viva esse estilo de vida ou fetiche como bem quiser. Todos são livres pra pensar e fazer diferente, eu também sou. Respeito quem acredita que o feederism é algo pra ser mantido dentro de um véu social, escondido nos becos humanos como mais um fetiche sexual, tudo bem. Mas eu não penso assim.

E aí entra a Vênus que conseguiu ser mais do que uma feedee apaixonada por batata frita, smothie e ver sua barriga e seu corpo crescer. Ela criou meios possíveis e palpáveis pra fazer o Feederism algo de conhecimento público no Brasil. E embora nunca tenha pensando disso como um movimento, como essa semana um amigo comentou comigo, as coisas estão caminhando e hoje vemos mais sites e blogs tratando do tema não mais como monstruosidade, mas com a boa vontade de expor e deixar que outros analisem. E tenho certeza que o blog foi muito importante pra isso. Acho que temos muito a ganhar com a popularidade do Feedism no Brasil e quem sabe, passaremos a viver realidades, ao invés de muitas fantasias e sonhos  por falta de encontrar pessoas afins com os mesmos desejos e afinidades.

Porém o peso dessa possibilidade que ela abriu e uma possível conquista, está sendo grande demais pra mim, porque o que tenho hoje? Fotos dos meus filhos aí em mãos que gente que não sei quem é. Quando a proteção da imagem de meus filhos e família é responsabilidade minha. Agora fotos minhas? Tudo bem. Não vivo escondida como feedee. E tudo isso só me faz pensar: Porquê? Não consigo entender. Mas todas as situações negativas gerou em mim uma paranoia sobre qualquer fake que se aproxime puxando conversa. Fechei-me e por mais que seja gentil com as pessoas, não consigo mais ser eu mesma e espontânea. Medir o que falar? Nunca precisei disso. Mas sendo a Vênus, entendi que não dá pra ser diferente. E isso não está legal pra mim. Então me pergunto, preciso disso? Talvez a Vênus tenha ido até onde deu. Porque é um preço alto a ser pago. E por mais que eu tente convencer as pessoas a me deixar em paz, não tem jeito, sempre aparece um filho da puta pra causar bafafá e propagar disse me disse.

Quarto: Por que sai do grupo? Resolvi dar um tempo, pois acredito que vocês podem movimenta-lo sem mim e acolher bem os recém chegados, além de promover debates inteligentes e produtivos. Tem muita gente boa lá e experientes dentro do Feedism. Quis apenas me dedicar aos livros que estou escrevendo e ao blog. Senti-me um pouco desgastada pelas situações que se acumularam e quis investir minha energia em outras coisas tanto pro feederism como pra outras questões particulares, pois tenho uma vida fora do feederism, não sei se muita gente sabe. E pensava em voltar assim que me sentisse bem pra isso. Mas hoje não sei mais. O Daniel é meu amigo íntimo e assim como o Juscelino é de minha total confiança e poderá tocar o grupo com o mesmo zelo e compromisso que eu tocaria. Então estão em boas mãos.

Quanto a Vênus. Amigos mais chegados falam porque não me livro da Vênus e acabo com tudo isso, todas as especulações e disse me disse?

Bom, a Vênus não me pertence mais. Sem querer ser arrogante e me gabar, mas ela se tornou algo mítico. Ela tem vida, tem história e alma. Que eu dei mediante ao que eu sou como feedee, ao que vocês dão e ao que muitos precisam; alguém que os entenda e der um lar onde muitos feedists possam ser aceitos e entendidos, e que todos falem a mesma língua. Parece meio piegas, mas é essa necessidade que percebi nas minhas andanças no mundo feedist. E eu me sentiria egoísta se simplesmente a destruísse, apagasse de vez tudo o que ela fez. Além do mas, quando eu não puder mais estar por trás da Vênus, outra pessoa pode assumir sua pele, o personagem e continuar o trabalho dela. Hoje a Vênus é o que eu sou. Mas amanhã pode ser outra pessoa que a assumirá e aí sim, ela será um personagem de ficção (baseada em fatos reais ahahaha), porque a pessoa na qual ela foi espelhada existiu, mas já não estará por trás dela.  

Estão me perguntando sobre o blog. E esclareço que o blog nada tem a ver com o grupo. Não o abandonei nem o abandonarei. Vou continuar com ele e meus projetos. Mas atualmente quero me afastar do convívio mais íntimo, talvez de tudo um pouco. Preciso respirar. E ser só a feedee, a mãe, a mulher, a pessoa. Por quanto tempo não sei dizer.

O perfil da Vênus no facebook, vai ficar off e não entrarei mais nele por um tempo, pois a única causa dele, era o grupo e a página Feederism Brasil.

Mas quem quiser falar com a Vênus, o e-mail do blog feedismbrasil@gmail.com está ativo. E no Hangouts vez ou outra apareço quando abro os e-mails do Blog.

Obrigada a todos que tem REAL carinho pela Vênus e confiam nela. Obrigada também a todos os detratores e filhos de chocadeiras, que enquanto querem jogar minha idoneidade na lama com mentiras e intrigas, me fortalecem cada vez mais. E saibam que a única lama que me deito é de calda de chocolate pra me acabar de tanto rolar e me lambuzar como uma boa, roliça e gorda porquinha! 

É isso!

Termino com uma frase que gosto muito:

“Aqueles que atravancam meu caminho, passarão. Eu, passarinho” Mario Quintana.












quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Assaltando a geladeira


Boa noite doces Feedists!

Apenas complementando a matéria anterior, lembrei de uma coisa...

Geladeira lotada para os Gainers crescerem fortinhos pros lados e saudáveis sempre! Só assim garantimos o assalto da geladeira das madrugas da vida deliciosa de ser quem somos!!ahaahahah


Avaliando o terreno

Saindo com um lanchinho noturno digno de uma feedee






Os custos de um Estilo de Vida


Quando falamos em Feedism, estamos falando de todo um estilo de vida que permeia nossa forma de conduzir nosso dia a dia. E quando falo em conduzir nossa vida, estou falando em todos os setores.
Claro que dentre os “personagens” feedists, essa forma será diferenciada, e há uma diversificação” por isso.

Mas como nosso estilo de vida gira em torno da alimentação, isso tem custos altos. Da mesma forma quando uma pessoa que é vegetariana, ou mantém um estilo de vida como atleta, também tem. A alimentação é fundamental que estrutura o modo de vida, gerando algumas outras necessidades como acompanhamento médico por exemplo.

Quem gasta mais dentro do Feedism?

Os Gainers, Feedee, e claro os Feeders. E os Mutuals que são tanto gainers quanto feeders.

Os Gainers, dentro de minha visão, que são homens ou mulheres que não sentem a necessidade de ser alimentados por um feeder, mas sentem grande prazer e estímulo em engordar. Fazem seu próprio caminho pra isso e são mais ligados ao ganho do que a alimentação como fonte de prazer inesgotável. O cerne de seu prazer está em engordar e a comida é um veiculo saboroso pra isso. Mas sua relação com a comida é diferente de uma feedee “pura” por exemplo. São focos diferentes.

Sendo assim, os Gainers e feedees que estão dentro de um processo de ganho de peso, precisam se programar tanto com questões de saúde como financeiras. Acredito que não dá pra se lançar de cara na engorda sem preparo algum, de forma imatura sem cálculos. Isso podemos e fazemos quando descobrimos nossa identidade feedist e vivenciamos essa descoberta pela primeira vez. Não pensamos em nada, não planejamos nada, não calculamos nada. Só queremos comer, comer mais depois, e continuar comendo, até nossa barriga não suportar mais e apreciar essa sensação de completude. E aos que se descobrem gainers; é comer, e comer, engordando, sentindo que estamos crescendo e que não cabemos mais em nossas roupas. Isso tanto é vivido por Feedees e Feeders que estão tendo sua primeira experiência real, como aos foodees e Mutuals.

Porque não importa quanto de estude sobre o feedism, quantas experiências virtuais tiveram, pois nada tem o peso e se compara a algo real, vivenciado na carne e nos sentidos. O lado bom dos gainers e foodees é que não precisam de parceiros já que podem engordar e se estufar sozinhos. Mas todos nós passamos pelo processo da descoberta, aceitação para ir pro amadurecimento.

E depois dessa fase e jornada alucinante, vem a maturidade e aí vem a necessidade de pensarmos e medir como levaremos o que nos dá prazer de forma mais segura pro nosso corpo e pro nosso bolso. Passamos a pensar na necessidade de ver o futuro, planejar. E se você ainda não atingiu essa fase, pense que um estilo de vida é pra toda vida, e quem engorda, não pode engordar pra sempre sem certos cuidados e atenções e obrigatoriedade de cumprir certas coisas que podemos não gostar, mas são necessárias para levar por muitos anos nosso estilo de vida. É justamente por isso que devemos pensar em como e quando nos lançar na engorda sem freio. E entender que devemos estar preparados pra isso.


A realidade nua e crua é que quem mal tem dinheiro pra pagar suas contas, vai engordar com qualidade e saúde como?

A realidade é que aos feeders, pegar uma mulher média, e querer transforma-la em uma Rainha SSBBW, não será da noite pro dia e isso até poderá ocorrer, mas pra que ela não adoeça seriamente no meio do caminho, é preciso de cuidados e atenções que os jovens feeders e gainers simplesmente desprezam ou nem se dão conta disso. Acha que engordar é só comer toda a comida do mundo como se o mundo fosse se acabar? Se entupir de refrigerantes, frituras, gorduras, doces, e todas as porcarias industrializadas (deliciosas) do mundo? Nem de longe!

Precisamos ter uma dieta equilibrada em abundancia. Com muitas verduras, frutas, legumes, alimentos que ajudem a equilibrar a gordura no sangue, que fazem uma faxina em nosso intestino, que limpe o sangue, evitar açúcar em excesso, equilibrar carboidratos, proteínas, fibras, líquidos em abundância, principalmente água, sucos naturais e o quanto de vitaminas colocamos pra dentro. Eu procuro evitar o máximo a ingestão de bebidas industrializadas como suco em pó (alias um veneno) e de caixa. Ingerir alimentos ricos em cálcio é fundamental, pois com o passar dos anos, nossos ossos naturalmente enfraquecem. Perdemos líquidos nas juntas e isso só piora com o super peso e contribui pra que percamos a cartilagem pela sobrecarga. Os joelhos e pés são quem sofrem os primeiros efeitos. Sem falar na coluna. É um preço a se pagar? É e há. Sempre haverá. Mas sem ter a consciência disso e procurar meios para driblar tudo isso, o preço será muito alto.


Uma coisa necessária é procurar praticar uma atividade física e fazer seu corpo trabalhar ao mesmo tempo que está ganhando peso. Ele tenderá a se acostumar com o ganho gradativo, ou até mesmo períodos de altos ganhos, mas seu coração, suas articulações estarão sempre em atividade e isso irá te ajudar a não perder a disposição e força pra atividades diárias, manterá sem coração trabalhando melhor do que se fosse sedentária, só engordando. Sem contar que atividade física contribui para um bom funcionamento do cérebro e de nosso organismo como um todo. Porque quando engordamos muito, e com uma alimentação pobre, sobrecarregamos órgãos, como fígado, vesícula, pâncreas, coração, e outros. Sem falar nas anemias. Porque ser gordo não é sinônimo de corpo saudável (como se pensava nossa avó), nem ser magro. 

Tudo isso gera altos custos pro bolso e requer programação, planejamento. Quem é gainer, arca com tudo isso sozinho. Quem é feedee e gainer, e tem seu feeder, tudo isso pode ser pensado junto e os gastos podem e acho eu, que devem ser divididos. O Feeder também deve participar dos cuidados da dieta de engorda pra feedee, planejar juntos, ou se ela não liga pra isso, ele pode tomar essa postura, dar atenção a saúde dela, e se ela for mais relaxada com isso, cabe a ele, alertar e direciona-la pra estar verificando sua saúde periodicamente e cobrar isso dela, inclusive conscientiza-la disso. Porque pensem que se amanhã ou depois sua feedee ficar gravemente doente por causa dos hábitos alimentares descuidados e exagerados em besteiras e pobre em nutrientes. Você como feeder não se sentirá meio culpado? Embora não seja só sua culpa, mas de ambos, pois ambos foram negligentes com um fator fundamental, que é nossa saúde. E há de se levar em conta também o fator hereditário. Se ater a isso é um fator indicador da tendência de uma pessoa a desenvolver hipertensão, diabetes, problemas cardíacos, colesterol, e outras doenças propensas pela obesidade.  

Passar a entende o Feedism como um modo de vida, acho de grande importância, pois se é uma forma que conduz parte de nossas vidas, não é algo momentâneo como o prazer de um fetiche. Não é algo trivial, de momento, ou uma fantasia sexual que vamos lá, executamos e pronto acabou. Quem realmente tem o feedism dentro de si, já o assumiu pra si, passou da fase de “ah não sei quem eu sou nem o que quero”, e tem plena consciência de que o feederism não sairá mais de dentro de si, acho bom começa-lo a ver e dar o real valor que ele tem sobre sua vida, sua alimentação e seu futuro.
Quantos de nós já pensamos em largar tudo isso, em abandonar o Feedism, em deixar de ser, querer, sentir?   Quantos de nós já tentamos e fracassamos na missão? Rs

Eu sou um exemplo. Sempre declarei e declaro amor eterno ao Feederism. Meu amor é algo que exala de mim tão fortemente que consegue tocar vocês. Minha alegria em comer e ser feedee não tem tamanho nem é mensurável. Mas eu já tentei sair fora dessa várias e várias vezes. E quanto mais eu tentava, mais o feederism e consequentemente a feedee, se entranhava mais em mim. Já passei por crises de não me reconhecer feedee, em achar que tudo era uma mera ilusão por amor ao meu feeder, que tudo que eu fazia ou sentia era por ele e não por mim, e nunca aceitaria isso pela minha personalidade. Meu processo de me enxergar como feedee foi tenso e cheio de percalços e brigas internas. Não sei se pelo fato de não saber em o que ou quem estava nascendo em mim, pois passei por tudo isso sem sonhar o que era Feederism, Feedee ou Feeder. Foi muito difícil. Mas o que estava sendo apresentado e conduzido de certa forma, era algo irresistível que eu não sabia porque, mas não conseguia tomar uma decisão contrária que me tirasse do caminho de me tornar a feedee que sou hoje. Mesmo com momentos de relutância, de brigas, e cabo de guerra, meus instintos foram mais fortes e eu simplesmente passei sozinha a fantasiar todo um comportamento erótico feedee, sem saber nem ser induzida completamente a essas fantasias. E mesmo depois que soube sobre o feederism, tentei me desligar e seguir pra outros caminhos. Mas não consegui e entendi que eu precisava de amadurecimento. Aceitar definitivamente o que eu era e dentro disso, me ver em totalidade quais eram meus desejos e prazeres e como liberta-los de uma forma mais segura sem que isso me afetasse de forma negativa. Entender que tudo o que eu sentia não era pelo meu feeder, mas porque tudo o que eu fazia e ele me conduzia era em si, algo tão inebriante, que não conseguia não fazer e sentir. E mesmo negando muita vezes e brigando, acabava cedendo por mim mesma, e não pra agrada-lo. Entendi que meu maior prazer era comer com a maior gula do mundo e ser estimulada pra isso. E sendo estimulada, sentia erotismo, prazer e uma alegria infinita. Comer é uma das minhas maiores alegrias, definitivamente. E ser alimentada e poder misturar essa alegria, leveza e diversão ao prazer sexual é indescritível. Entendi que além dessa relação única que se estabeleceu com a comida, havia o fator engordar. E isso entrava como a cereja do bolo em alguns momentos. Um complemento apenas agradável. Mas que havia épocas que engordar se tornava meu maior desejo e o prazer se concentrava numa necessidade gritante de expandir e crescer, sentir meu corpo maior e os dois prazeres se misturavam; o de comer e o de engordar. Entendi que quando estou na época de engordar é como se a lua estivesse sobre mim e minha libido é duplicada ao passo que sinto que estou engordando e comendo pra isso. A comida além de ser um veículo de puro prazer erótico,  também tem o papel extra de ligar o botão da minha libido porque imagino que ela está entrando no meu corpo e deixando-o maior.

E pra que eu possa desfrutar de tudo isso, eu precisava pensar, refletir em como fazer isso de uma forma segura sem destruir minha saúde por isso, porque afinal, compreendi que estava num caminho sem volta que estava impregnado em mim e que não ia embora.     
Consultei amigos nutricionistas e professores de educação física. Fiz exames e comecei a ler mais sobre nutrição e me interessar pela dieta e modo de vida dos lutadores de sumô. Afinal eles são enormes, banhudos e saudáveis. E eu queria aquilo pra mim. Bom, não me tornei uma, mas buscar sobre a dieta e rotina deles, me esclareceu algumas coisas. Aprendi que precisamos fazer de tudo pra eliminar e não acumular muito (pois todos nós temos um pouco dela) de gordura visceral e acumular muito, muito, muito da subcutânea, que nos deixa molinhos e cheios de banha que se esparrama pelo corpo.

Isso é realmente levar a série um modo de vida. É amar e valorizar o que temos em nós e respeitar. E eu levo o meu muito a sério, ao ponto de criar algo que eu odeio, que é disciplina, mas é necessário quando estou na “fase de engorda”. Aprendi a me segurar quando vem a louca vontade de crescer e esperar o momento certo e mais viável quando tudo está dentro dos trilhos pra que possamos meter o pé no acelerador com tudo. E isso dentro de toda uma estrutura de vida que “ampare” os quilos e mais quilos que você vai ganhando. E no meu caso em pouco tempo dentro de alguns períodos.

Acho que todos nós que curtimos a engorda, seja em nós ou no nosso parceiro, precisamos encarar a realidade que passar de uma mulher magra pra uma ssbbw, gigantesca é muito complexo e não podemos forçar pra se chegar nesse nível. A modelagem de nosso corpo é um processo lento que não ocorre nem vai ocorrer de um mês, nem um ano pra outro. E que cada estrutura corporal é diferente da outra, cada organismo absorve o ganho de uma forma.
Vejo muitos feeders viverem de fantasia, sonhando com achar uma feedee pra transforma-la em bbw ou ssbbws. Mas pra isso, entendo que encarar a realidade de todo um processo de engordar numa mulher ou num homem, faz-se necessário.  

Como poucos feeders e feedees vivenciaram algo real, fica muito complexo entender a dimensão disso apenas no campo das ideias sem ter algo concreto com que lidar. Mas fica aí o alerta das necessidades que não podem ser negligenciadas.
Agora é claro que todas as “besteiras engordativas” do mundo que tanto amamos são muito bem vindas também. Mas numa preliminar de um encontro daqueles, ou vez ou outra pra uma estufada básica, afinal ninguém é de ferro.  

 A maioria dos feeders e gainers são bem jovens e  portanto não se ligam muito nisso. Mas a mamy Vênus existe pra isso mesmo. Levar realidade pra que vocês possam analisar, refletir, e entender afinal que nosso estilo de vida é algo sério, tangível, real, e que se não levado como se precisa, pode causar desagradáveis consequências. Aqueles que levam o Feederism como um fetiche puro e simples, não conseguem alcançar sua profundidade e sua amplidão. E ficam na superficialidade das práticas sexuais e eróticas. O que é divino, sim. Maravilhoso. Mas melhor ainda é solve-lo como um todo. Absorver tudo o que ele tem a nos oferecer. E eu sou gulosa e quero devorar tudo pra mim e não me satisfaz apenas uma fatia do bolo, quando eu quero ele todo.   

Querem engordar e engordar alguém? Então preparem os bolsos para abastecer uma geladeira rica de tudo. Porque querer engordar no barato a base de shakes e um prato de pedreiro de arroz, macarrão, feijão e carne, e se entupindo de pão com mortadela, e todos os biscoitos de pacote e batata ruffles e salgadinhos da barraca da esquina, é um tipo no pé. 


Bjo da Vênus